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Eleições Presidenciais Madeira

Victor Freitas prevê um resultado “mais consistente” na Madeira na 2.ª volta

O director de campanha da candidatura presidencial de António José Seguro na Região destaca a diminuição da abastenção

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Foto Rui Silva/ASPRESS

Victor Freitas diz-se satisfeito com a projecção de vitória para António José Seguro.  do candidato presidencial apoiado pelo Partido Socialista na Madeira

Victor Freitas diz “satisfeito” com a “vitória” de António José Seguro nesta primeira volta, a se confirmar a supremacia que tem sido apontada nas sondagens à boca das urnas. Este resultado, a se confirmar, é entendido como “extremamente positivo” pelo director de campanha de Seguro na Madeira, sobretudo “para aqueles que olham a democracia como nós olhamos”.

Trata-se, na sua opinião, de “uma vitória do humanismo e do respeito pela diversidade no país”. E com este resultado, “de amanhã até o dia 6” o PS volta às ruas para “falar com as pessoas, tentar levar às pessoas aquele que é o sentimento que nós temos nesta candidatura de termos um presidente da República humanista, de diálogo e que será o presidente de todos os portugueses”.

O socialista espera que a projecção apontada para o todo nacional tenha reflexo, também, na Madeira, dizendo-se confiante na escolha dos madeirenses, deixa, ainda assim, a nota de que na segunda volta “o resultado será diferente”, apontando para uma maior votação em António José Seguro.

“Muitas vezes, nesta primeira volta há pessoas que utilizam o voto olhando para determinados candidatos numa lógica de descontentamento em relação ao Governo da República ou em relação ao Governo Regional, mas eu julgo que na segunda volta as pessoas são confrontadas com uma realidade… estamos a escolher já não o primeiro e o segundo para ir a uma segunda volta, mas aquele que será o Presidente da República, e aí estou com a expectativa que esses resultados assim serão mais consistentes na segunda volta do que nesta primeira", sustentou o socialista. 

Perante a perspectiva de um confronto entre Seguro e Ventura na segunda volta, Victor Freitas realça que "a sociedade portuguesa não quer o modelo que o outro candidato tem vindo a apresentar". E acrescenta: "há sectores da sociedade portuguesa descontentes, nós sabemos disso, mas eu julgo que ninguém quer colocar em causa aquilo que é a nossa Constituição, a nossa forma de estar no dia a dia e no modo e no relacionamento entre os próprios portugueses. E acho que o discurso do ódio, do medo não cabe na Presidência da República", resumindo que isso seria "destruir o próprio país".