Resultado de André Ventura na primeira volta "é o grito de revolta de todo um povo cansado de ser enganado"
O deputado do CHEGA, Francisco Gomes, afirmou que o resultado de André Ventura na primeira volta das eleições presidenciais constitui uma mensagem “contundente, clara e inequívoca” do povo português, reveladora de duas realidades distintas que, no seu entender, já não admitem “ambiguidades nem leituras convenientes”.
Em primeiro lugar, segundo o parlamentar, "os portugueses estão fartos dos partidos do sistema e deixaram de ver neles respostas para os profundos desafios que o país enfrenta, nomeadamente ao nível da imigração descontrolada, da carga fiscal desumana, do abandono dos idosos e dos antigos combatentes, do desprezo pelas forças de segurança e pelas Forças Armadas, do desdém pelas famílias e de um sistema perverso de subsídios” que, afirma, “recompensa parasitas e penaliza as famílias que trabalham, produzem e sustentam o país”.
Para Francisco Gomes, o resultado da primeira volta traduz um rompimento “claro e consciente com décadas de políticas falhadas”, marcadas, a seu ver, por promessas vazias, corrupção, amiguismo e compadrio, que deixaram Portugal estagnado, empobrecido e sem rumo estratégico.
O resultado de André Ventura na primeira volta é o grito de revolta de todo um povo cansado de ser enganado, explorado e desrespeitado. Os portugueses disseram basta aos partidos do sistema e apontaram o CHEGA como a alternativa real, firme e corajosa para salvar o país". Francisco Gomes, deputado na Assembleia da República
Em segundo lugar, o deputado sublinha que "os portugueses já não têm dúvidas de que o CHEGA é a verdadeira e última esperança para um Portugal novo, capaz de enfrentar os problemas de frente, dizer a verdade e romper definitivamente com o que diz ser conformismo instalado".
Francisco Gomes afirma que "o CHEGA encara a segunda volta com total determinação, sentido histórico e enorme responsabilidade, convicto de que é possível fazer história e eleger André Ventura Presidente da República, a partir de onde, defende, será possível iniciar a construção de um país novo e de uma IV República, livre dos vícios que hoje corroem todo o Estado”.
E concluiu: "Vamos à segunda volta com a convicção profunda de que é possível fazer história e mudar Portugal. André Ventura é a última esperança para um Portugal novo, para uma IV República sem corrupção, sem compadrios e sem traições constantes e sucessivas ao bom povo português".