Assuntos diversos

A Diocese do Funchal foi constituída Arquidiocese, em 31 de janeiro do ano de 1533, pelo Papa Clemente VII, tendo sido considerada a maior Arquidiocese, no planeta Terra, por conseguinte, Global.

Todas as terras achadas ou descobertas pelos navegadores portugueses, a partir do século XV, foi a Ilha do Porto Santo, onde se abrigaram de uma grande tempestade, quando iam em direção ao Continente Africano. Foi por esse facto que lhes deram o nome da Ilha do Porto Santo.

Foi da Ilha do Porto Santo que vislumbraram uma grande mancha negra à distância, tendo os navegadores a curiosidade de saber o que era aquele negrume.

Os navegadores desembarcaram na bela baía de Machico. Observando a grande quantidade do muito arvoredo; deram o nome de Ilha da Madeira. O navegador Bartolomeu Perestrelo, ficou com as ilhas do Porto S.; e os navegadores João Gonçalves Zarco, com a parte Sul da Ilha da Madeira e Tristão Vaz Teixeira, com a parte Norte da Ilha da Madeira.

No DN de 25 de dezembro de 2025, página 10, com o título: “Salário digno pode redefinir a economia”; impressão sobre a foto abrangendo 4 colunas, estando na 2.ª coluna, o seguinte: “Especialistas debatem formas de a Madeira conseguir atingir a meta de 1.250€ de rendimento mínimo líquido já em 2026, para acima de tudo corrigir desigualdades”. A situação, presentemente, dos baixos salários de 915 euros, é só para pagar rendas de uma habitação, causando graves consequências à classe trabalhadora: desmotivação; fraqueza física, devido à sua má alimentação e adquirido doenças, muitas vezes incuráveis!.

Na página 11 do mesmo DN, com o título: ”O salário digno não se decreta. Conquista-se”; está a foto do Sr. Sindicalista e Doutorado em Economia, com a seguinte legenda por baixo da foto: “Alexandre Fernandes acredita que “redefiniria toda a economia madeirense”.

É a realidade, e que grande parte da nossa juventude qualificada, está a se deslocar para outros países, visto a sua terra de nascimento, não lhes darem as condições para viverem folgadamente e uma ter uma vida saudável e feliz.

No mesmo DN, páginas 38 e 39, com o foto abrangendo as 5 colunas do Diário, com 4 mãos sobrepostas; como título em destaque: “Se o cuidado chegasse antes da solidão” artigo da jornalista estagiária, Sra. Inês Paiva”; estando em letras maiúsculas na coluna do meio, o seguinte: “Se conseguirmos transformar a preocupação em presença e a carência em cuidado, talvez o último capítulo da vida deixe de ser tão duro”, e, nas ultimas 5 linhas e meia: “Seria, talvez, o melhor presente que uma sociedade poderia oferecer a quem lutou por nós um dia, a quem se certificou que deixou o Mundo um lugar melhor para aqueles que a seguir vieram”.

A Sra. jornalista, Inês Paiva, tem uma sensibilidade de um ser cristão; visto se preocupar com as pessoas idosas; estando na página 39, com 2 fotos de pessoas com dignidade, como seres humanos humanizados: A senhora Tânia Caldeira, e o senhor Roland Bachmeier; estando o título em destaque: Para ficar velho na Madeira é preciso coragem”.

No fim do texto da consultora de comunicação do Lar da Bela Vista, a Sra. Tânia Caldeira, diz o seguinte: “Que a partir de hoje todas as famílias, nas suas diversas formas, tenham respostas dignas em todos os domínios para poderem cuidar dos seus, especialmente das crianças e dos idosos”.

O ilustre Sr. Roland Bachmeier, grande investidor de hotelaria na Ilha da Madeira, é uma pessoa honesta e honrada; estando nas primeiras oito linhas, o seguinte: “Assim que Roland Bachmeier, empresário alemão, começou a procurar soluções de cuidados para a mãe, descobriu que envelhecer na Madeira pode ser um desafio tão complexo quanto emocionalmente desgastante”.

Quando o ilustre Sr. Roland Bachmeier, descobre que envelhecer na Madeira, é um desafio tão complexo e emocionalmente desgastante; o que não será para maior percentagem do povo madeirense!

José Fagundes