Palavras sobre os incêndios trágicos multiplicam-se

18 Jun 2017 / 11:18 H.

As palavras sobre os incêndios trágicos desta noite multiplicaram-se nas últimas 11 horas. O DIÁRIO fez uma compilação que agora publica.

“Não era possível fazer mais, há situações que são situações imprevisíveis e quando ocorrem não há capacidade de prevenção que possa ocorrer, a capacidade de resposta tem sido indómita”.

Marcelo Rebelo de Sousa

“Infelizmente, esta é a seguramente a maior tragédia de vidas humanas de que temos conhecimento nos últimos anos em Portugal, em situação de incêndios florestais”.

António Costa

”Uns tiveram o azar de serem apanhados pelo fogo, outros morreram por inalação de fumo quando observavam o fogo”

Jorge Gomes, secretário de Estado da Administração Interna

“Apesar da distância a que me encontro de Portugal, tenho acompanhado os trágicos acontecimentos de Pedrógão com profunda tristeza e preocupação”.

Eduardo Ferro Rodrigues

“É uma tragédia muito grande. Agora é o tempo das autoridades atuarem, não é o tempo dos políticos”.

Passos Coelho

“Em profundo choque, perante a tragédia que se vive no distrito de Leiria, expresso o meu pesar pelas vítimas mortais e a minha total solidariedade para com as famílias atingidas”.

Assunção Cristas

“Acredito, sinceramente, de que tudo o que foi feito pelos operacionais no terreno era aquilo que era possível fazer no momento, mas há situações em que a capacidade humana não pode debelar”.

Jaime Marta Soares, presidente da Liga dos Bombeiros

“O dia em que iniciamos a participação na Taça das Confederações é igualmente um dia de grande consternação e dor para o País. Se temos consciência de que meras palavras não poderão minimizar a vossa dor que também é nossa, dizemos-vos, ainda assim, que hoje em campo levaremos o vosso coração no nosso coração”.

Federação Portuguesa de Futebol

“No país do faz de conta, o Governo definiu como limite a inexistência de vítimas humanas dos incêndios. Já não se trata de proteger as florestas, nem sequer o património ou os animais. Infelizmente, falhou! A probabilidade de continuar a falhar persiste dramaticamente elevada”.

Associação de Promoção ao Investimento Florestal

“Impressionados com a tragédia em Pedrógão Grande, toda a solidariedade e afeto de Espanha com Portugal”.

Casa Real espanhola

“Profundamente triste com as noticias horríveis que chegam de Portugal. Pensamentos estão com vítimas e famílias”.

Antonio Tajani, Presidente do Parlamento Europeu

“É tempo de cerrar fileiras para socorrer os que precisam de auxílio no imediato.Haverá um momento posterior em que será importante ajudar os que foram prejudicados nos seus bens, os que ficaram em situação difícil pela morte de familiares e proceder a uma avaliação adequada do que aconteceu.

Carlos César, Presidente do PS

“As palavras são poucas para a dimensão da tragédia... O país está de luto perante a enorme tragédia em Pedrógão Grande. Os números de mortos não param de subir e a ansiedade e tristeza invade toda a gente . Nestes momentos difíceis, que os madeirenses conhecem bem, é preciso ajuda e solidariedade e, obviamente, não posso deixar de me juntar na manifestação de tristeza e dor que afectam estes portugueses”.

Carlos Pereira, Líder do PS-M

“Dizer que não há palavras para esta tragédia é uma banalidade. E é falso. Há palavras! De conforto e pesar para as famílias das vítimas, de louvor para o trabalho dos bombeiros, de compromisso de que se vai continuar a trabalhar para que, no futuro, seja possível evitar catástrofes desta dimensão. Mas há coisas que, infelizmente, temos de encarar com raivosa resignação: a natureza ultrapassa-nos. Podemos minimizar ou atrasar os seus efeitos, mas não a podemos controlar em absoluto. A natureza é quem tem sempre a última palavra”.

Francisco Seixas da Costa

“Na comodidade do sofá, assistimos a esta tragédia de mega dimensões. Confirma-se que a ignição esteve nas trovoadas secas de ontem.

Uma palavra solidária e singela para todos aqueles que perderam entes queridos. Imagino a dor.

Uma palavra para as autoridades, na pessoa do Jorge Gomes, secretário de Estado da Administração Interna, um humanista de mão cheia a comandar uma enorme equipa da proteção civil e da investigação.

Uma vez mais comodamente, sabemos que este desafio da mãe natureza é enfrentado pelos nossos melhores”.

Bernardo Trindade

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