Abortos batem recorde mínimo desde legalização

Em manchete as escolas com autonomia que não cumprem nem 40% dos objectivos. Massacre no Brasil, Benfica, Ronaldo e Banif também estão na imprensa de hoje

14 Mar 2019 / 09:38 H.

Ronaldo continua a estar nas primeiras dos jornais, com algumas capas a fazerem eco da prestação do jogador, agora mais numa análise integrada em outros grandes momentos da carreira. É o caso do i, que coloca o madeirense em grande plano e intitula “Ronaldo, o monstro da Champions’. Faz um resumo de todos os golos que marcou até hoje, refere que Neuer e Buffon foram as maiores vítimas do futebolista e cita Maradona: “Ronaldo é um animal e agora também é bruxo”. A manchete vai para a polémica LGBTI nas escolas deixa PSD debaixo de fogo. Líder da distrital de Setúbal terá chamado “porcaria” a debate sobre orientação sexual.

Entre outras notícias maiores nos restantes está a de que as escolas com autonomia nem 40% dos objectivos cumpriram, é a manchete do Público, que puxa ainda para primeira a manifestação dos polícias. Uma fotografia dos agentes em protesto à civil ocupa a maior parte da capa. O governo, diz o jornal, está disponível para negociar.

Mais de metade das mulheres que abortaram em 2017 já eram mães. Os números da interrupção voluntária da gravidez caíram para o mínimo desde que foi legalizada. A maior queda foi entre raparigas adolescentes. Na faixa acima dos 45 anos subiu, disparou 145%, diz a manchete. O massacre de ontem numa escola no Brasil também está em grande, com a informação de que dois ex-alunos mataram dez e suicidaram-se. Neste jornal chamada para os enfermeiros, que vão estar em greve todo o mês de Abril, e para a Comissão Nacional de Eleições, que permite inaugurações do Governo mas mantém proibições aos autarcas.

O massacre em São Paulo é partilhado pelo Correio da Manhã, que põe hoje em gordas os 10.000 empregos na área do turismo e as 70 empresas que estão a contratar na Bolsa de Turismo de Lisboa, e pelo Diário de Notícias de Lisboa. Aqui a notícia mais importante é a de que o Centro de Cibersegurança não considera a Huawei ameaça maior do que as outras. A autoridade de segurança nacional defende que devem ser adoptadas medidas para proteger os cidadãos e empresas europeus de eventuais ameaças colocadas pelas redes 5G. Mas não isola serviços ou empresas mais ameaçadores, podemos ler.

Juros negativos do crédito ficam de fora do IRS, avança o Negócios. Leia ainda sobre a ADSE que cria uma solução intermédia para entendimento com privados, e sobre os municípios, que estão contra a lei que os obriga a fazer obras nos prédios degradados.

O jogo de hoje do Benfica na Liga Europa frente ao Dínamo de Zagreb é apresentado com “Hora de acender a luz dos quartos”, pelo desportivo A Bola. O jornal acrescenta que a águia precisa de golos para se manter na competição. O Record prefere dar maior espaço ao acordo por Gelson, de 20 milhões. Entendimento entre o Sporting, Atletico de Madrid e Monaco pode retirar o caso dos tribunais. Aqui também, os sete jogos imortais de CR7. O jogo do Benfica e o Casilas seguro por mais uma época são outras que conquistaram espaço na primeira página.

O Jogo põe em grande plano Pinto da Costa, o presidente do FC Porto. “Na Champions é 50/50 contra qualquer um”, cita o desportivo, referindo ainda o interesse do líder histórico em Herrera. Aqui também o jogo desta noite do Benfica. Pode ler ainda sobre pretensões do Sporting para o próximo ano e a homenagem dos jornais mundiais a Ronaldo.

“As sentenças chocantes da justiça em Portugal” é a proposta da Visão, que foi à procura de ‘outros’ Netos de Moura e faz um apanhado de “juízes e tribunais com ideia retrógradas”. São referidos por exemplo o caso de uso de preservativo, que serviu de atenuante para violador, e o de uma criança de sete anos, que se “insinuou” para o agressor. Leia ainda sobre os políticos na TV “Cataplanas e outras histórias”, escreve a revista.

A Sábado está hoje nas bancas com grande espaço para as alergias e formas de se proteger. Vacinas e tratamentos, assim como os estudos mais promissores são aqui focados. A revista continua o seu especial dedicado a ficheiros confidenciais. Este terceiro é dedicado ao antigo banco madeirense. “A teia do Banif: contas bancárias dos suspeitos angolanos revelas pela Sábado”, é um tema para ficar a conhecer melhor.

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