Sacerdote suspeito de práticas sexuais com menores na Madeira pede para deixar de ser padre

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27 Nov 2019 / 08:00 H.

O padre Anastácio Alves, que é investigado por alegadas práticas sexuais com menores, pediu dispensa das suas obrigações de sacerdote. Na prática e em linguagem comum, pediu para deixar de ser padre. A informação já foi confirmada, ao DIÁRIO, pela Diocese do Funchal.

Na edição impressa, de hoje, do DIÁRIO, fique a conhecer como é que o pedido chegou à Diocese e que passos se seguem.

O padre Anastácio Alves está, pela terceira vez, a ser investigado na sequência de uma denúncia de prática de actos de pedofilia / abusos sexuais. O processo, em curso, foi instaurado pelo DIAP – Departamento de Investigação e Acção Penal – do Funchal, no segundo semestre de 2018. Teve origem numa denúncia recebida em finais de Junho anterior, por parte de uma Comissão de Protecção de Crianças e Jovens em risco de fora do Funchal. A alegada vítima dos abusos deste caso estava ao cuidado de uma familiar já idosa, residente numa freguesia rural da Madeira.

Desde então, o processo tem estado praticamente parado, o que pode decorrer da dificuldade em saber o paradeiro do padre investigado.

Como noticiado pelo DIÁRIO, no dia 1 de Setembro de 2018, quando teve conhecimento da nova denúncia, a Diocese do Funchal afastou Anastácio Alves de funções. Ao mesmo tempo, abriu-lhe um processo eclesiástico (justiça religiosa).