PS diz que novo modelo de mobilidade “põe cobro a modelo desapropriado concebido pelo PSD”

19 Jul 2019 / 19:47 H.

O PS considera que a aprovação do diploma sobre o subsídio da mobilidade, no qual fixa em 86 euros as tarifas aéreas pagas por residentes e 65 euros por estudantes madeirenses em viagens para o continente e Açores, sendo o restante pago directamente pelo Estado às companhias aéreas sem necessidade de adiantamento do custo total da viagem, é “uma vitória da responsabilidade e do respeito institucional que é devido aos madeirenses pela Assembleia da República e pelo Governo da República”, considerando que esta medida põe “cobro a um modelo desapropriado para a Madeira” da autoria do PSD.

No seu entender, ao assegurar melhores condições para os madeirenses viajarem pelo território nacional, promove-se a “continuidade territorial e a coesão social”, corrigindo-se um “grave erro de governação do PSD que foi o desenho do actual modelo”, acusam os socialistas, recordando que o actual modelo foi “concebido e materializado pelo governo regional do PSD na Madeira com o governo do PSD de Pedro Passos Coelho no Continente”.

Este é apenas “mais um passo para atenuar o problema dos transportes na Região” e das ligações externas, sendo “urgente a captação de mais companhias aéreas com incentivos adequados, bem como a aplicação do subsídio de mobilidade ao transporte marítimo”, refere o PS.