JPP lança apelo para reconduzir Tranquada na presidência da ALM

11 Out 2019 / 17:09 H.

O presidente do JPP, Filipe Sousa, emitiu um comunicado em “em defesa da Assembleia e contra as negociatas”.

Em sete pontos o partido explica por que motivo lança o repto aos restantes partidos na recondução do actual presidente da ALM no cargo.

Eis o comunicado:

Em defesa da autonomia e do seu principal órgão de Governo próprio, vem o JPP clarificar o seguinte:

1 – Não podemos ficar em silêncio, correndo o risco de cumplicidade por inação, perante a negociata que envolveu a presidência da Assembleia Legislativa da Madeira;

2 – Não podemos concordar que a Assembleia, enquanto conquista máxima da nossa Autonomia, sirva de moeda de troca numa negociata de contornos político/partidários, feita nas costas do povo e que em nada dignifica a democracia e a política enquanto expressão suprema de um regime de representação parlamentar;

3 – Usar o principal órgão de Governo próprio da Região Autónoma da Madeira como palco de negociatas privadas é uma afronta ao Regime Autonómico, à Madeira, aos madeirenses e a todos os que lutaram pela Autonomia;

4 – Não entendemos, nem aceitamos o silêncio dos partidos tradicionais, nomeadamente do PS, perante este ataque sem precedentes à dignidade do nosso Parlamento;

5 – Porque o que nos move é a dignidade e o respeito pela Assembleia, reconhecemos a forma equidistante e imparcial como o Dr. Tranquada Gomes desempenhou as suas funções como Presidente da Assembleia Legislativa da Madeira;

6 – Em consonância com o ponto anterior, desafiamos os restantes partidos a apoiar a recondução de Tranquada Gomes como Presidente da Assembleia Legislativa da Madeira, porque entendemos que essa é a opção que mais respeita a vontade popular expressa nas urnas;

7 – O JPP é um partido jovem, mas sabe perfeitamente assumir o seu papel em defesa do que realmente importa, neste caso a Autonomia, a dignidade do nosso Parlamento e o respeito pela nossa Democracia. Saibamos honrar o que democraticamente conquistamos e que não pode, por isso, ser entregue ao desbarato em negociatas duvidosas.

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