Ireneu Barreto recebeu comandante da força que esteve destacada no Iraque

24 Mai 2019 / 16:13 H.

Ireneu Cabral Barreto recebeu, esta manhã, uma delegação do 8º contingente nacional destacado para o Iraque que foi comandado pelo major Cadima Ribeiro e foi formada no Regimento de Guarnição Nº 3, no Funchal.

“Tenho o maior prazer em receber os elementos da força que esteve no Iraque, uma força formada na Região e composta maioritariamente por madeirenses e que esteve numa missão muito importante”, afirmou o Representante da República.

Ireneu Barreto agradeceu, “em nome da República Portuguesa, o esforço, a dedicação e o profissionalismo” destes 30 militares.

“Hoje, temos umas Forças Armadas preparadas para missões em todo o mundo. Desde a América a Timor, passando pela África e pela Ásia. As nossas Forças Armadas têm desempenhado missões da maior importância. Devemos agradecer o que as nossas forças têm feito pela paz e a segurança internacional”.

Cadima Ribeiro, o major que comandou a força que esteve seis meses a dar formação às tropas iraquianas, considera que a operação foi cumprida com sucesso.

“A operação correu bem, foram 30 e vieram 30. A Zona Militar da Madeira, o Exército português e Portugal prestaram um bom serviço que foi reconhecido pela coligação internacional”, sublinha.

O oficial que esteve no Palácio de São Lourenço acompanhado por outros oficiais e sargentos da força destacada e pelo comandante do RG3, considera que o desempenho da unidade que comandou contribui para a continuidade da aposta do Exército nos militares madeirenses.

“O comando de uma força nacional destacada para fora é muito importante em termos de carreira e foi um grande desafio que me foi colocado e que também permitiu aos militares madeirenses estarem orgulhosos daquilo que fizeram”, afirma.

Questionado sobre as situações mais complicadas que enfrentou, Cadima Ribeiro diz que o treino realizado na Madeira foi importante.

“A única situação complicada era sair à porta da base. Andamos no campo e há sempre o risco de engenhos explosivos que tenham sido deixados, de alguém que vire contra nós e termos de responder. Foi para isso que o aprontamento aqui, na Madeira, serviu, para estarmos capacitados para uma acção-reacção”.

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