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Madeira

Redução da taxa de doutoramento na UMa é "vitória dos estudantes", diz JP Madeira

"Valor da taxa de admissão desce de 500 para 150 euros após intervenção da estrutura e contactos com a Académica da Madeira", garante

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A Juventude Popular da Madeira (JP Madeira), estrutura partidária do CDS-PP Madeira, considera que "a descida da taxa de admissão às provas de doutoramento na Universidade da Madeira, de 500 para 150 euros" é "como uma vitória clara dos estudantes de doutoramento e daquela estrutura", após terem "iniciado a sua intervenção a 19 de Fevereiro, reunindo com a Associação Académica da UMa e do email enviado pela deputada regional do CDS-PP Madeira, Sara Madalena".

Leandro Silva, presidente da JP Madeira, reage à decisão afirmando que "este desfecho representa uma vitória de todos os estudantes de doutoramento, da Académica da Madeira e da Juventude Popular da Madeira, que souberam dar voz a um problema real e contribuir para uma solução". E acrescenta: "Quando denunciamos esta taxa, fizemo-lo porque sabíamos que era injusta, pesada e desadequada à realidade de quem dedica anos da sua vida à investigação. Hoje fica provado que a JP Madeira não é só palavras. O nosso propósito é dar voz a quem precisa e alcançar resultados concretos."

O jovem dirigente considera, ainda, que "embora a redução não resolva totalmente o problema, representa um passo importante e demonstra que vale a pena intervir sempre que os estudantes enfrentam barreiras desnecessárias ao mérito e à qualificação". Leandro Silva destaca, também, "o papel conjunto das estruturas envolvidas neste processo". Nomeadamente: "A Académica da Madeira teve um papel importante nesta luta, os estudantes fizeram-se ouvir e a Juventude Popular esteve onde tinha de estar: ao lado de quem precisava de representação. É assim que entendemos a política: com presença, firmeza e resultados."

Numa mensagem de "afirmação política", Leandro Silva reforça que "a JP Madeira e o CDS fazem a diferença" e garante que continuarão "a intervir sempre que necessário". E reforça: "Vamos continuar a incomodar sempre que houver injustiças por corrigir e sempre que alguém tentar normalizar obstáculos que prejudicam os jovens e os estudantes."

Leandro Silva conclui, afirmando que "esta vitória não pertence a uma estrutura só. Pertence a todos os estudantes de doutoramento que sentiram este peso, à Académica da Madeira e à Juventude Popular, que não hesitou em entrar nesta luta".