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Chega critica ‘chumbo’ revisão das reformas dos polícias e militares

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O Chega veio a público criticar o PSD, o CDS e a Iniciativa Liberal (IL) por manterem os cortes nas reformas de polícias e militares, bem como de impedirem a reposição dos valores que lhes foram retirados ao longo dos últimos anos.

A acusação surge na sequência da votação, na Assembleia da República, das propostas do Chega e PCP que pretendiam rever o complemento de pensão de militares e polícias, face a discrepâncias na atribuição das reformas.

Os projectos de lei do Chega contaram com a abstenção do PS, Livre e PCP. Já nas iniciativas comunistas, os socialistas foram os únicos a abster-se.

Parlamento chumba revisão do complemento de pensão de militares e polícias

O parlamento chumbou hoje, com votos contra de PSD, CDS e IL, e abstenção do PS, iniciativas do Chega e PCP que pretendiam rever o complemento de pensão de militares e polícias, face a discrepâncias na atribuição das reformas.

Para o deputado Francisco Gomes, esta votação demonstra que aqueles partidos “não respeitam nem valorizam os homens e mulheres que defendem o país e garantem a segurança das comunidades”.

“PSD, CDS e IL decidiram virar costas a quem arriscou e arrisca a vida por Portugal. Mantêm cortes injustos e recusam devolver o que foi retirado a quem serviu o país com honra”, sublinhou o parlamentar citado em comunicado de imprensa.

Francisco Gomes recordou ainda que “muitos destes profissionais enfrentaram missões exigentes, terrorismo, criminalidade violenta e situações de elevado risco, tendo agora, na reforma, sido confrontados com perdas financeiras que considera injustas e desproporcionadas”.

O deputado madeirense na Assembleia da República defendeu ainda que “não se pode exigir sacrifício permanente a quem veste a farda e depois negar-lhes justiça quando passam à reserva ou à aposentação”.

“Falam muito em autoridade, em segurança e em patriotismo, mas quando chega a hora de votar a favor da dignidade das forças de defesa e segurança, fogem. Quem não respeita os seus militares e polícias está a fragilizar o próprio Estado”, rematou.