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Madeira

DIÁRIO quer continuar a “dar palco a quem faz acontecer”

Ricardo Miguel Oliveira destacou o papel do DIÁRIO na valorização dos talentos madeirenses

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Foto Rui Silva, ASPRESS

O DIÁRIO não se limita a contar a história da Madeira. Também cria oportunidades, dá visibilidade a talentos e valoriza quem transforma a Região. Foi esta a ideia central da intervenção de Ricardo Miguel Oliveira, director-geral e editorial do DIÁRIO, na Mesclarte’26, que decorre hoje no Parlamento madeirense.

Sob o tema ‘150 anos a dar palco a quem faz acontecer’, o responsável destacou a capacidade de adaptação do jornal, fundado em 1876, às transformações tecnológicas e aos novos hábitos de consumo de informação.

“O DIÁRIO não é apenas um jornal que conta a história da Madeira. É também uma marca que ajuda a construir o palco onde essa história acontece”, afirmou.

Ricardo Miguel Oliveira salientou o contributo de empresários, investigadores, artistas, professores, atletas, associações e jovens, defendendo que cabe ao jornal descobrir essas histórias e torná-las conhecidas.

Entre os projectos que exemplificam esta missão, destacou o Ponto e Vírgula, lançado em 2015 para aproximar o jornal das escolas e promover a literacia mediática; a Geração do Futuro, dedicada aos novos talentos; e a iniciativa das 500 Maiores Empresas, que conta já com 37 edições.

“Não temos de esperar que uma história aconteça para a contar. Também podemos criar oportunidades para que novas histórias aconteçam”, sublinhou.

O responsável abordou ainda a transformação digital e a inteligência artificial, considerando que estas ferramentas abrem novas possibilidades, mas não substituem o rigor e a responsabilidade jornalística.

“A tecnologia pode acelerar processos, ampliar audiências e abrir possibilidades. Não substitui, porém, a responsabilidade de verificar factos, fazer perguntas difíceis e decidir o que verdadeiramente importa”, afirmou.

A independência editorial e a confiança dos leitores continuam, por isso, a ser essenciais. “Dar palco não significa dar razão a todos”, ressalvou.

A assinalar 150 anos, o DIÁRIO pretende continuar a informar com rigor, escrutinar o poder e projectar a Madeira e os seus talentos.

“O DIÁRIO não só acompanha a criatividade da Madeira que está espalhada pelo mundo, como cria condições para que ela exista, seja reconhecida e chegue sempre mais longe”, concluiu.