DNOTICIAS.PT
Madeira

Funchal aprova cerca de 1,5 M€ em apoios sociais e quer chegar a mais população

None

A Câmara Municipal do Funchal aprovou, esta manhã, em reunião de Câmara, cerca de 1,5 milhões de euros em apoios sociais em diversas áreas. O valor disponível nestes programas é semelhante a anos anteriores, mas é objectivo alargar os critérios de admissão para chegar a mais população.

O presidente da Câmara Municipal do Funchal explicou que estamos a falar do apoio à natalidade, mas também o apoio ao arrendamento, à compra de medicamentos e transporte de táxi. Estes últimos apoios são especialmente dedicados à população mais idosa.

No caso particular dos medicamentos, “temos um montante que ascende aos 600 mil euros e é um complemento em função das condições das famílias e utentes”.

Na mesma reunião foram ainda aprovados os prémios Maria Aurora.

Questionado pelos jornalistas sobre a falta de contentores de lixo em algumas zonas, admitiu que há zonas da cidade em que se alteraram rotinas e que estão a ser pensadas soluções e que há um plano em curso para tal.

Jorge Carvalho fala em comportamento cordato para com a oposição

Confrontado com as críticas do JPP, que acusa o executivo de violar os direitos da oposição, Jorge Carvalho recorda que os vereadores do JPP não têm pelouro e que a participação em eventos públicos não carece de qualquer convite à participação.

“O comportamento/atitude deste executivo para com os vereadores da oposição, dos vereadores sem pelouro, é o mais cordato e dentro daqueles que são os princípios legais que têm de ser cumpridos relativamente

Vereadores unânimes a cumprir regulamento

Jorge Carvalho, questionado pelo DIÁRIO sobre a decisão de impedir que a assessora do Chega assistisse à reunião de Câmara, apontou que a decisão reuniu unanimidade de todos os vereadores presentes, até porque se trata de uma questão regulamentar.

Assessora do Chega impedida de participar na reunião de Câmara no Funchal

Vereadores do Chega concordaram com os motivos da exclusão de assessora que foi imposta por Miguel Castro

O presidente da CMF explica que a última reunião de cada mês é pública, mas que os cidadãos interessados em participar na mesma devem fazê-lo através de inscrição e exposição da sua condição. "A pessoa em questão, nem uma coisa, nem outra", ou seja, "não cumpria aquilo que consta do regimento".