Subscritores afirmam que a posição de Tranquada Gomes ” não é legítima nem lícita”
Os subscritores da assembleia destitutiva para a queda da Direcção do Marítimo já reagiram à tomada de posição do presidente da Assembleia Geral do Marítimo, Tranquada Gomes, que ‘exige’ o pagamento de 1280 euros por parte dos requerentes da assembleia destitutiva para que a mesma seja marcada. Segundo os subscritores, a exigência de Tranquada Gomes não é legítima nem lícita”, embora estejam disponíveis para pagar o referido valor.
Eis, na íntegra, o comunicado dos subscritores:
“Aquando da entrega do Requerimento para a Convocação de Assembleia Geral Extraordinária e respectivos Sócios Subscritores, no passado dia 28 de Fevereiro, aos elementos subscritores, não foi solicitado nem sequer informado acerca de qualquer valor a ser pago.
De acordo com os Estatutos o valor a ser entregue é definido pela Mesa da Assembleia, pelo que era de todo impossível aos subscritores do requerimento entregarem ou liquidarem um valor que não se encontrava nem se encontra definido.
Aliás, num passado recente e aquando de requerimento semelhante apresentado, a Mesa da Assembleia só mais tarde veio a definir e a solicitar o pagamento de uma quantia, a qual se destina a custear os valores a dispender com a organização e realização da Assembleia Geral Extraordinária requerida!
Assim, não é legítima nem lícita a posição agora assumida pela Mesa da Assembleia Geral, a qual, perdendo a sua imparcialidade pretende, sob falsos pretextos de legalidade ou conformidade estatutária, impedir os legítimos anseios de um grupo de sócios.
Mesmo que existisse de qualquer das formas, os Subscritores do Requerimento continuam disponíveis para liquidar a quantia que venha a ser definida pela Mesa da Assembleia, tal como pugna os estatutos!
Não se pode deixar de lamentar que um Órgão que deve orientar a sua atuação por princípios de legalidade, imparcialidade e de isenção, tenha-se dado ao papel de injustificadamente dar proteção a uma Direção e tentado escamotear o escrutínio dos Sócios à actuação dos Órgãos Executivos do Club Sport Marítimo.”