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Madeira

Sindicato fala em Plenário de Trabalhadores na Horários do Funchal com "tremendo impacto"

Terão aderido à paralisação "200 motoristas"

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Sindicato e Administração da Horários do Funchal reúnem-se amanhã

O Plenário de Trabalhadores da Horários do Funchal realizado esta terça-feira, 21 de Janeiro, teve "um tremendo impacto", revela o vice-presidente do SNMOT - Sindicato Nacional de Motoristas e Outros Trabalhadores, Manuel Oliveira.

Ao DIÁRIO, o representante sindical indica a paralisação de "200 motoristas, o que significa menos 200 autocarros a circular."

O Plenário de Trabalhadores ocorre na sequência da reivindicação da redução do horário de trabalho para as 35 horas semanais, assim como a correcção das actualizações salariais para o corrente ano, com base no aumento do salário mínimo regional de 7,6%.

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Manuel Oliveira considera que o sindicato "não está a pedir nada de mais" e recorda os "próprios desígnios" do Governo Regional de melhoria da economia: "O próprio Governo Regional veio a dizer publicamente que o aumento salarial se deve de verificar porque também potencia a economia e é uma mais-valia para os próprios trabalhadores. Portanto, na minha humilde opinião, o governo não pode vir dizer uma coisa na comunicação social e depois fazer outra". 

Nós apenas estamos a pedir que seja retomado um processo negocial que visa a redução do horário de trabalho semanal para as 35 horas, que ficou parado no tempo, e queremos também que a actualização salarial dos trabalhadores da Horários do Funchal acompanhe a actualização salarial que foi feita no salário mínimo nacional e regional da Madeira. Vice-presidente do SNMOT - Sindicato Nacional de Motoristas e Outros Trabalhadores, Manuel Oliveira.

O Sindicato Nacional de Motoristas e Outros Trabalhadores tem uma reunião com a Administração da Horários do Funchal agendada para esta quarta-feira, 22 de Janeiro.

A expectativa do sindicalista Manuel Oliveira é de que a empresa pública aceda às reivindicações, garantindo que, no caso de "as negociações não evoluírem positivamente, os trabalhadores estão disponíveis para demonstrar o seu descontentamento com uma deslocação até à Quinta Vigia de forma a poder sensibilizar o Presidente do Governo Regional para esta realidade".

O Plenário Geral de Trabalhadores da Horários do Funchal decorreu das 11 às 14 horas desta terça-feira.