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Dezoito novas Lojas do Cidadão significam poupança de 1,24 milhões de euros

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A abertura de 18 Lojas do Cidadão durante este ano vai significar uma poupança ao Estado de 1,24 milhões de euros, anunciou a ministra da Presidência e da Modernização Administrativa.

Na inauguração da Loja do Cidadão da Batalha, Maria Manuel Leitão Marques avançou que entre custos com rendas, funcionários, comunicações, segurança, limpezas ou eletricidade, “a poupança estimada no orçamento com a abertura de novas Lojas do Cidadão é de 1,24 milhões de euros”.

No caso da Batalha, o novo serviço corta cerca de 50% dos custos que o Estado tinha, explicou o presidente da autarquia.

Paulo Batista dos Santos realça que a parceria entre Câmara da Batalha e Estado “tem a utilidade de fazer com que os contribuintes portugueses, sejam munícipes da Batalha ou de Lisboa, paguem menos para este Estado aqui funcionar”.

Quase 20 anos depois do lançamento da primeira Loja do Cidadão, Maria Manuel Leitão Marques assume que muito mudou.

“Esta é uma forma diferente de funcionamento”, porque depois de terem nascido para resolver o problema das filas de espera nas grandes cidades, atualmente a Loja do Cidadão “funciona com muito mais colaboração das autarquias”.

“A nível de funcionários também há uma nova cultura: aqui, um funcionário do município presta serviços para a administração central. Não é uma cultura de silos. O Estado é só um. Isto é que é reforma do Estado: a Câmara da Batalha e os serviços da administração central colaborando para prestar um serviço melhor ao cidadão, poupando”, sublinhou a ministra.

Com mais de 10 milhões de atendimentos por ano, “as Lojas do Cidadão são um projeto de sucesso”, que “irá crescer ainda mais com as 18 lojas em projeto para este ano”.

A inauguração da Loja do Cidadão na Batalha, que custou 650 mil euros (350 mil euros suportados pelo FEDER - Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional), “é mais uma batalha que ganhamos na guerra da modernização”, sendo que o objetivo é “quase duplicar” o número de Lojas do Cidadão que existem no país, ao mesmo tempo que se dinamiza a reabilitação urbana.

“Já instalámos lojas em quartéis de bombeiros abandonados, postos da Guarda Fiscal, partes de tribunal que não eram usadas, viabilizámos mercados. Este é também um projeto de reabilitação urbana”, referiu Maria Manuel Leitão Marques.

Na primeira manhã da Loja do Cidadão da Batalha registaram-se 200 atendimentos.

“Um número muito significativo”, considerou o presidente da autarquia, esperando que a mesma sirva “pessoas e empresas, aproximando os serviços das populações, sem excluir ninguém”.