JPP devolve exigência de pedido de desculpas ao PSD

19 Mar 2017 / 16:52 H.

O JPP diz que o PSD quer voltar ao poder autárquico em Santa Cruz “apenas para levar à prática uma forma de voltarem a servir-se e a servir os amigos como acontecia no passado.”

As palavras são de Filipe Sousa, em contacto com as populações, que acusou os social-democratas de quererem iludir o povo, assumindo que o JPP cumpriu boas promessas do PSD. “E é aqui que reside o grande problema, porque nesta tentativa de iludir o povo de Santa Cruz, o PSD deveria era de sair do seu gabinete, sair das esplanadas dos cafés e ir visitar um conjunto de populações em todas as freguesias do concelho. Vou dar alguns exemplos: as pessoas que residem no Caminho da Fonte, em Santa Cruz; na Azinhaga da Lombadinha, em Gaula; nos Casais de Além, na Camacha; na Abegoaria, no Caniço; nos Moinhos de Cima, no Caniço. São pessoas cujas acessibilidades estavam em terra, e que o PSD prometeu há mais de vinte anos pavimentar. Deve o PSD visitar essas famílias e perguntar se estagnação é pavimentar estas estradas, que foi o que nós fizemos depois de mais de vinte anos de promessas feitas pelo PSD.”

“Filipe Sousa considerou também importante que o PSD visite as zonas altas de Santa Cruz, do Santo da Serra, de Gaula, do Caniço e da Camacha para perguntar às milhares de famílias que vivem nessas localidades o que têm a dizer sobre as novas redes de transportes públicos, que a Câmara conseguiu negociar. Carreiras que beneficiam agora locais como a Morena, o Estreito, a Relação, o Pomar Batista, ou ainda a nova ligação entre o Santo da Serra e Santa Cruz.”

Através da assessoria de comunicação, o JPP acrescenta que, “por outro lado, e já que o PSD quer implementar uma nova forma de fazer política no concelho de Santa Cruz, Filipe Sousa defende que o partido liderado por Miguel Albuquerque devia era pedir desculpas ao povo de Santa Cruz pelo facto de terem falido o município. “Quando fala em estagnação, o PSD devia era colocar a mão na consciência e perceber que deixou em 2013 um concelho completamente estagnado. Recordo que o Município nem tinha fundos disponíveis para comprar um rolo de papel higiénico””.

“E, no role das desculpas devidas ao povo do concelho, Filipe Sousa lembrou ainda a circunstância do PSD, através do Governo Regional, não reconhecer a legítima propriedade do prédio do Parque Industrial da Cancela, que é de Santa Cruz, e não reconhecer a dívida que tem para o concelho por via do IRS e que ronda os dois milhões de euros.”

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