Caso de Marega domina capas dos jornais nacionais

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17 Fev 2020 / 09:35 H.

O caso de Marega marca, de forma transversal, a imprensa nacional, esta segunda-feira, dia 17 de Fevereiro.

Diz o Correio da Manhã que “Marega abandona jogo após insultos racistas”, enquanto que o Público destaca que “Marega reage a insultos racistas e decide abandonar o jogo”. O Jornal de Notícias, por sua vez, enfatiza que “os golos não têm cor”. “Racismo e indignação. Marega recusa-se a jogar depois de ofensas da claque do Vitória de Guimarães”, titula por seu turno o Diário de Notícias.

Nos desportivos, escreve A Bola: “V. Guimarães-FC Porto (1-2): Somos Marega: Avançado abandonou o relvado devido a insultos racistas”, enquanto O Jogo realça “Crime: Insultos e provocações racistas levaram Marega a abandonar o jogo”. “Marega 5-0 Racismo: Nota máxima de Record pela atitude corajosa e pelo golo decisivo”, é o título do Record sobre o mesmo assunto.

A morte do actor português Tozé Martinho é outro dos temas referenciado nas capas dos jornais de hoje. “Morreu o pai da ficção televisiva”, escreve o Correio da Manhã, enquanto o Público diz “Tozé Martinho: Morreu um dos primeiros galãs da telenovela portuguesa”. “Tozé Martinho (1947-2020): Adeus do galã e argumentista das novelas”, é o título do Jornal de Notícias.

O nome do madeirense Joe Berardo também surge em destaque neste arranque de semana, numa notícia avançada pelo Correio da Manhã

“A sentença do Tribunal Judicial da Comarca de Lisboa concluiu que a Associação Coleção Bernardo (ACB), da qual Joe Bernardo é presidente, quis retirar o poder de controlo dos bancos sobre o futuro da colecção de arte milionária através de uma alteração de estatutos”, revela o matutino.

O caso da angolana Isabel dos Santos é outro dos temas ‘quentes’ da actualidade que, segundo o Público” já ganhou perto de 500 milhões em Portugal”. O mesmo jornal dedica a maior mancha gráfica da sua página à Eutanásia.

O DN destaca ainda o crescimento do alojamento local, que segundo o diário do continente “cresce cinco vezes mais do que a hotelaria”