Número de inoculações administradas na Madeira aumentou em 2018

Fora mais de 105 mil, crescimento de 12,4% face a 2017

11 Out 2019 / 16:06 H.

Em 2018, o número de inoculações administradas na RAM aumentou, atingindo o número mais alto desde 2011.

Assim, no ano passado, segundo informação disponibilizada pelo Instituto de Administração da Saúde e Assuntos Sociais (IASaúde) e divulgadas hoje pela DREM, “na Região Autónoma da Madeira (RAM) foram administradas a residentes na Região 105.014 inoculações, significando um aumento de 12,4% face a 2017 (93.429 inoculações)”.

Mais especificamente, “no âmbito do Plano Regional de Vacinação (PRV) administraram-se 56.516 inoculações, traduzindo um crescimento de 14,7% face a 2017 (49 289), enquanto que no modo Extra PRV as inoculações ascenderam a 48.498 inoculações, ou seja +9,9% do que em 2017 (44.140)”, acrescenta a Direcção Regional de Estatística da Madeira.

Considerando o tipo de vacina, “a taxa de cobertura vacinal na RAM variou, em 2018, entre os 10,6% (vacina contra a tuberculose) e os 99,6% para as vacinas administradas no primeiro ano de vida, e entre os 97,2% e os 99,0% para as aplicadas durante o segundo ano de vida. Aos 6 anos, a referida taxa estava compreendida entre os 95,9% e os 97,2% e aos 11 anos entre os 82,9% e os 96,7%”, especifica.

Por fim, “a vacina contra a tuberculose (10,6%), a vacina contra infecções por vírus do papiloma humano – segundas inoculações (82,9%) e a vacina contra o tétano – sextas inoculações (93,1%) foram as únicas a apresentarem taxas de cobertura abaixo da percentagem a partir da qual se obtém imunidade de grupo (85% para a vacina contra infeções por vírus do papiloma humano e 95% para as restantes vacinas, até aos 17 anos de idade)”.

De salientar que “a reduzida expressão da taxa de cobertura da tuberculose está relacionada com o facto de esta vacina ter passado a ser recomendada apenas para grupos de risco (desde 2016)”, deixa a nota final a DREM.

Voltando ao princípio, desde 2011 (117.065 inoculações) que não havia um número tão alto, tendo-se atingido em 2014 (86.020), o número mais baixo neste período de sete anos.

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