Meia centena em vigília à frente da Assembleia Legislativa da Madeira

16 Mar 2019 / 19:28 H.

A vigília foi organizada por um movimento cívico de luso-venezuelanos que já existe desde 2007, na Madeira. “Fomos os primeiros a nos reunir e a fazer um protesto em frente ao Consulado”, recordou Lidia Albornoz, porta-voz da iniciativa levada a cabo por pessoas que já vivem “há mais de 15 anos” na Região. “Decidimos juntar-nos desta vez, com esta vigília, e entregar informação à Assembleia, que é muito importante”, confidenciou.

“Este grupo de amigos e pessoas preocupadas com a situação na Venezuela fez-nos pensar em juntar às 200 cidades que neste momento estão a fazer a mesma coisa. Decidimos organizar uma concentração, e a seguir uma vigília, devido aos recentes acontecimentos na Venezuela. O que podemos ver é que só num dia 15 crianças, em menos de duas horas, acabaram por morrer no hospital de Caracas. Ver pessoas a morrer e ficarmos indiferentes é impossível”, salientou Lidia Albornoz.

Ainda de acordo com a porta-voz do movimento cívico ‘Lusovenezolanos Por La Verdad’, o grupo está “preocupado com a comunidade madeirense, com os luso-venezuelanos e com todos”, e por isso é que hoje juntaram-se à frente na Assembleia Legislativa da Madeira (ALM), onde vão entregar um documento ao vice-presidente, Miguel Sousa, para transmitir “a situação caótica” que a Venezuela atravessa “neste momento”.

Refira-se ainda que algumas personalidades políticas da Região marcaram presença nesta concentração.

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