JPP pede melhores condições para a escola do Porto Santo

17 Mai 2019 / 14:11 H.

O Juntos pelo Povo (JPP) visitou, esta manhã, a escola básica e secundária, Dr.º Francisco Freitas Branco para se inteirar das obras de requalificação, que estão a decorrer, e deparou-se com algumas falhas, prejudiciais para quem ali trabalha e estuda.

“Temos ouvido muitas críticas, por parte de pais, encarregados de educação e de alguns professores, sobre esta requalificação, visto que o Porto Santo merecia uma escola nova, construída de raiz. Esta foi uma promessa do actual presidente do Governo Regional, que depois mudou, e em vez de uma nova construção optou por uma requalificação da escola actual”, lembrou o deputado Paulo Alves.

Sobre as obras, e após visitar o bloco 3, que já está pronto e onde estão a funcionar as aulas do 3.º ciclo, o JPP recomenda ao Governo Regional que “corrija algumas lacunas de construção” ali existentes. Paulo Alves alertou para a necessidade de se ter em conta as características próprias da Ilha Dourada, nomeadamente “ao nível da exposição solar e do calor”, que já estão a criar transtornos: “Tornam as salas de aula muito quentes, bem como os corredores e é necessário emendar estas lacunas aqui e para os outros blocos que serão construídos”.

O deputado alerta também para a falta de um elevador interior: “Existe apenas uma rampa exterior, sem cobertura, para os alunos com cadeiras de rodas ou com dificuldades de mobilidade acederem ao piso superior, expostos às condições climatéricas. A requalificação devia salvaguardar a deslocação destes alunos.”

Relativamente às salas de informática, Paulo Alves constatou que “além de serem pequenas, não estão devidamente apetrechadas ao nível de material tecnológico e informático, nomeadamente com vídeo projectores fixos ou quadros interactivos, algo que no século XXI não se admite”.

O deputado do JPP deixou “um louvor ao trabalho desempenhado pelos professores e funcionários desta escola, que neste momento trabalham em condições pouco recomendáveis e têm de se adaptar às obras que estão a decorrer, o que traz algum transtorno ao seu desempenho profissional”.

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