Jovens em ‘Greve Global pelo Futuro’ deixam palavras de ordem à porta da Assembleia

24 Mai 2019 / 11:49 H.

“Europa sustentável”, “planeta saudável”, “voto consciente”, “oceanos limpos”, “respeitar o futuro”, foram algumas das palavras de ordem gritadas por algumas dezenas de alunos das escolas da Região que se reuniram, esta manhã, em frente ao parlamento regional, no âmbito da Greve Global pelo Futuro que está a decorrer um pouco por todo o mundo.

Acompanhados por professores, alunos das escolas de São Roque, APEL, Levada e Ribeira Brava, empunharam cartazes em que procuravam deixar mensagens sobre a necessidade de defender o planeta e travar a destruição do ambiente.

Milhares de jovens de mais de uma centena de países, incluindo de meia centena de localidades de Portugal, fazem hoje greve às aulas para protestar contra a inacção dos governos em relação às alterações climáticas.

O protesto, o segundo deste ano, serve para alertar os governos para a necessidade de tomarem medidas concretas para se limitarem a emissão de gases com efeito de estufa, que, segundo os cientistas de todo o mundo, estão a provocar alterações drásticas, graves e rápidas no clima da Terra.

O movimento dos jovens tem origem numa estudante sueca, Greta Thunberg, que no verão passado começou sozinha uma greve às aulas, manifestando-se em frente ao parlamento sueco de onde esperava ver tomadas medidas no sentido de revolver a crise climática.

“Estamos a lutar por um futuro melhor, estamos num movimento criado por uma jovem sueca de 16 anos que viu que o planeta estava quase a acabar devido à poluição”, diz Pedro Sousa, da escola de São Roque.

“Queremos fazer um mundo melhor, queremos mudar o mundo e não somos os únicos”, afirma.

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