Filomena Gonçalves já não estará disponível para ser directora clínica depois da “humilhação”

15 Jan 2020 / 18:09 H.

Filomena Gonçalves, médica indicada pelo CDS para a Direcção Clínica, já não estará disponível para assumir tais funções, depois do que considerará ser uma “humilhação pública” orquestrada pelo Secretário da Saúde. A médica já terá comunicado a indisponibilidade internamente no partido.

Ontem, como o DIÁRIO avançou em primeira mão, a presidente do SESARAM reuniu, os directores de serviço e pediu-lhes que se pronunciassem sobre as alterações aos Estatutos do SESARAM, nomeadamente para alterar a composição do Conselho de Administração e deixar de ser exigido que a Direcção Clínica seja assumida por um médico dos quadros. Houve uma votação secreta e 30 médicos votaram contra e 4 a favor.

A votação, na prática, foi uma moção de censura à nomeação da médica Filomena Gonçalves para a Direcção Clínica, um nome indicado pelo CDS, assim como outros que ainda não foram nomeados.

O DIÁRIO tem tentado, sem sucesso, ouvir o SESARAM e a Secretaria da Saúde.

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