Urge resgatar a democracia

16 Mai 2019 / 18:53 H.

    A diversidade de pensamento, promove a mudança e inova. É deveras preocupante, a noção de democracia, que determinados actores da politica regional demonstram. Estejamos atentos, ao que dizem, e a gravidade daquilo que dizem, em público e perante grupos, colocam em xeque a PRÓPRIA democracia, aquela que os elege, envergonha quem neles apostou votando; o discurso de encerramento do painel promovido pelo SESARAM, por ocasião da comemoração do dia do enfermeiro, por sua EXCELÊNCIA o Sr. Secretário da SAÚDE: o convite, ou seria a ameaça, aos mais CRÍTICOS do sistema, a “seguir o seu caminho”; melhor, foi a do perfil do SESARAM, ficamos na dúvida, se seria SUBSERVIÊNCIA absoluta. A Madeira, é uma região AUTÓNOMA, mas respeita o principio da unicidade, não somos federalizados, logo INCLUÍDOS de pleno direito numa nação, ora nessa medida, a autonomia, não pode se converter em “ditadura por decreto legislativo regional”. Hoje assistimos, a um jornalismo, acutilante, de investigação, uma ferramenta que lima as arestas da DEMOCRACIA, não vá a mesma “engrossar”, e pela tal via, da imposição da lei, a ditadura DEMOCRÁTICA, embora abortada, pela constituição, lá por DISTRACÇÃO vai parindo uns monstros: a lei da rolha, muitas vezes escondida em pomposos regulamentos em VÁRIOS organismos PÚBLICOS, inconstitucionais, mas presentes. Ora, é de pasmar, que não é só a Madeira, um mau exemplo, é todo o pais, somos sim, uma nação democrata, mas doente, com um cancro que já invadiu todas as estruturas publicas, e os hospitais não são excepção, os PÚBLICOS, porque os privados, esses, em relação à omissão e protecção do erro: é mau para o negócio, pagam melhor, para que não ocorra. Temos o exemplo do mestre da geringonça, o tal, Costa e a sua tal ministra Marta, que na greve dos enfermeiros foi “ilegalidades dos governantes” ao quilo, que configura abuso de poder, em cima de legalidades e direitos, sobre os governados, os eleitores, no caso da greve cirúrgica, e depois da tal investigação da ASAE ao financiamento, e por último a sindicância à OE. Numa ASSENTADA, produziram mais num mês que Salazar com a sua PIDE, em 10 anos, com a diferença, que na ditadura, o procedimento até tinha foros de lei. É vergonhosa, este exemplo vindo de POLÍTICOS eleitos, uns de direita, outros de esquerda, com uma CARACTERÍSTICA comum: defendem o tacho, o seu, dos amigos, e agora da FAMÍLIA, com unhas e dentes, e para esta doença, a cura é vota bem, votar não os mandando para o Tarrafal, ou Caxias, mas sim de volta ao conforto do lar. Por isso votemos bem.

    Edgar Marques Da Silva

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