As pessoas primeiro!!!
Há compromissos que assumimos numa campanha eleitoral. E há compromissos que assumimos perante as pessoas e que só terminam quando são concretizados.
O aumento e a remodelação do Lar de Idosos da Fundação Nossa Senhora da Piedade é um desses compromissos.
É uma obra que assumi como uma prioridade, porque acredito que as pessoas devem estar sempre primeiro.
Quando dizemos que as pessoas estão primeiro, temos de o demonstrar com decisões concretas, com trabalho e, sobretudo, com capacidade para concretizar.
Durante anos, falou-se da necessidade de aumentar a capacidade do Lar. Falou-se das dificuldades, das necessidades da nossa população idosa e da falta de respostas.
Eu entendi, desde o início, que não podíamos continuar a adiar esta necessidade.
Por isso, assumi este compromisso. Levei esta preocupação ao Governo Regional, insisti na importância desta obra e procurei, através do diálogo e da cooperação institucional, encontrar uma solução para que aquilo que era um anseio antigo da nossa população pudesse finalmente transformar-se numa realidade.
E não desisti.
Em setembro de 2025, a obra arrancou.
Aquilo que durante muito tempo foi uma necessidade identificada e discutida passou a estar no terreno.
É isto que significa cumprir.
É isto que significa assumir responsabilidades.
É isto que significa colocar as pessoas primeiro.
O projeto partiu de um valor inicialmente estimado em cerca de 2,5 milhões de euros. Quando chegou o momento de lançar a obra, o investimento necessário aproximava-se dos 4,65 milhões de euros.
É uma diferença muito significativa.
Mas é também o reflexo de uma realidade que mudou, nomeadamente pelo aumento dos custos da construção e pelas exigências técnicas e administrativas associadas a uma intervenção desta dimensão.
Perante esta realidade, seria fácil recuar.
Seria fácil adiar.
Seria fácil dizer que já não era possível avançar pelos valores inicialmente previstos.
Mas avançou.
Porque há momentos em que governar é precisamente ter a coragem de tomar decisões.
E esta foi uma decisão pelas pessoas.
Pelos nossos idosos.
Pelas suas famílias.
Pela dignidade daqueles que precisam desta resposta.
Mas uma obra desta dimensão só é possível quando existe capacidade de diálogo e cooperação entre instituições.
Por isso, quero deixar uma palavra muito especial de reconhecimento e agradecimento ao Presidente do Governo Regional, Miguel Albuquerque.
Ao longo deste processo, encontrei no Presidente do Governo Regional alguém disponível para escutar os anseios e as necessidades que lhe transmiti em nome do Porto Santo.
Miguel Albuquerque soube ouvir.
Soube compreender a importância desta resposta.
E, juntamente com o Governo Regional, ajudou a transformar aquilo que era uma preocupação e um compromisso meu numa obra concreta.
Eu pedi. O Presidente Miguel Albuquerque ouviu. E o Governo Regional concretizou.
É assim que acredito que a política deve funcionar.
Com diálogo.
Com proximidade.
Com compromisso.
E, acima de tudo, com capacidade de transformar preocupações em soluções.
O aumento e a remodelação do Lar não é, por isso, apenas mais uma obra.
É uma resposta concreta a uma necessidade da nossa população.
Estamos a falar de dignidade, de qualidade de vida e de melhores condições para os nossos idosos.
Estamos a falar das pessoas que construíram o Porto Santo que hoje temos.
Estamos a falar dos nossos pais, dos nossos avós, dos nossos familiares e dos nossos amigos.
E estamos também a falar da tranquilidade das suas famílias.
A mesma visão está presente na nova Unidade de Saúde Local.
São duas obras diferentes, mas existe entre elas um denominador comum: as pessoas.
A saúde, o apoio social e a qualidade de vida não podem ser vistos como áreas isoladas.
Precisamos de um Porto Santo com melhores respostas, mais capacidade e melhores condições para cuidar da nossa população.
É esta a diferença que quero afirmar.
Durante demasiado tempo, muitas vezes olhámos para as obras apenas como obras.
Eu acredito que temos de olhar para elas de outra forma.
A pergunta deve ser simples, o que é que esta obra vai mudar na vida das pessoas?
Uma nova Unidade de Saúde significa melhores condições para os profissionais e para os utentes.
Um Lar com maior capacidade e melhores condições significa uma resposta mais digna para a nossa população idosa.
É esta a política que quero continuar a fazer no Porto Santo.
Uma política de proximidade.
Uma política de compromisso.
Uma política de trabalho.
Uma política de concretização.
Não fazer obras apenas porque são obras.
Não investir apenas porque é preciso investir.
Mas fazer obra que responda às necessidades das pessoas.
É por isso que o aumento do Lar e a Unidade de Saúde Local devem ser vistos não apenas como obras deste mandato, mas como investimentos no futuro do Porto Santo.
Há ainda muito trabalho pela frente.
Haverá dificuldades.
Haverá críticas.
E haverá sempre coisas que poderemos fazer melhor.
Mas há uma coisa que considero fundamental, quando assumimos um compromisso, temos de trabalhar para o concretizar.
Foi isso que fiz com o aumento do Lar.
Assumi o compromisso.
Levei os anseios do Porto Santo ao Governo Regional.
Insisti.
Procurei soluções.
E encontrei no Presidente Miguel Albuquerque e no Governo Regional a disponibilidade para ouvir e concretizar.
Quero, por isso, deixar uma palavra de profundo agradecimento a todos os que tornaram possível este passo.
Porque quando as instituições trabalham em conjunto, quando existe diálogo e quando colocamos o interesse das pessoas acima de qualquer outra consideração, quem ganha é o Porto Santo.
É assim que acredito que devemos continuar a trabalhar.
Com responsabilidade.
Com proximidade.
Com determinação.
E com uma prioridade muito clara, as pessoas primeiro.