Balogun um senhor
“Aceitei a decisão quando recebi o cartão vermelho e depois também aceitei a decisão quando me disseram que podia jogar, não há muito mais que eu possa dizer sobre o assunto. Dito isto, a Bélgica foi a melhor equipa. Sinto que jogaram muito melhor do que nós. Hoje, não fizemos um bom jogo. Pessoalmente, como disse, aceitei a decisão”.
Foi com estas palavras serenas e sensatas que o futebolista da seleção dos EUA Folarin Balogun (FB) comentou a despenalização do cartão vermelho e a consequente expulsão durante o jogo com a Bósnia e que deveria ter tido como consequência no mínimo 1 jogo de suspensão que o teria impedido de jogar contra a Bélgica.
Sabemos que não foi isso que aconteceu já que Trump (DT), como é aliás seu timbre, interferiu abusivamente junto de Infantino (GI) presidente da FIFA, conseguindo a despenalização do jogador ao arrepio da justiça e ética desportivas.
Se a atuação de DT neste caso foi reprovável ainda que expectável dados os antecedentes, o que dizer de GI que na sua qualidade de presidente da FIFA falhou rotundamente como garante máximo da ética e da justiça desportiva imparcial por parte do organismo a que preside.
No meio de tudo isto a única coisa decente e exemplar foi a postura serena e sensata de FB, um verdadeiro SENHOR, em face da atuação vergonhosa em claro desrespeito dos princípios mais elementares da ética, da justiça e do bom senso, por parte de dois presidentes um do país mais poderoso do mundo e o outro do organismo mais poderoso do futebol mundial.
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