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Madeira

JPP alerta para diferença de 11 euros no gás entre Madeira e Açores

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O secretário-geral do Juntos Pelo Povo (JPP), Élvio Sousa, voltou a defender a regulação do preço da garrafa de gás na Madeira, como forma de aliviar o custo de vida das famílias. Em comunicado enviado à comunicação social esta quarta-feira, o líder do maior partido da oposição destacou que “uma garrafa de gás custa atualmente, na Madeira, mais 11 euros do que nos Açores”.

Segundo Élvio Sousa, este aumento recente de 16% poderia ser evitado se o preço do gás estivesse incluído na tabela de preços fixos, como acontece nos Açores e em Espanha, onde a garrafa tem um tecto máximo com custo entre 16 e 18 euros. “Isto prova que o custo de vida na Madeira é dos mais altos a nível nacional, quando poderíamos estar ao nível dos Açores, se o Governo praticasse um regime fiscal com uma taxa de IVA mais baixa, com a regulação de preços máximos nos combustíveis e, eventualmente, nos bens essenciais”, salientou.

No mesmo comunicado, Élvio Sousa comentou também a aprovação na Assembleia da República das antepropostas de lei do PS e Chega sobre o Subsídio Social de Mobilidade (SSM). “O JPP viabilizou esta proposta porque é a que está muito mais próxima das nossas posições, que é a anulação do comprovativo da situação fiscal e contributiva, dos tectos máximos e, acima de tudo, acabar com os adiantamentos e pagar apenas 59 euros para os estudantes e 79 euros para os residentes, quer a passagem seja comprada na agência ou diretamente à companhia aérea”, explicou.

O líder da oposição considera que a solução que o Governo da República adoptará para eliminar os adiantamentos deverá aproximar-se da proposta do Fundo de Garantia apresentada pelo deputado do JPP, Filipe Sousa, que prevê um mecanismo financeiro para suportar o pagamento directo às pessoas e às companhias aéreas.