Saiba o que hoje é notícia
Marchas de solidariedade com as crianças ucranianas realizam-se hoje em várias cidades portuguesas, incluindo Porto, Coimbra e Lisboa, a dois dias do quarto aniversário da invasão da Ucrânia pela Rússia, a 24 de fevereiro de 2022.
Organizadas pela comunidade ucraniana em Portugal, as marchas pretendem assinalar os quatro anos da invasão russa da Ucrânia e chamar a atenção para o impacto da guerra nas crianças ucranianas, um dos grupos mais vulneráveis do conflito.
De acordo com a UNICEF, à entrada no quinto ano de guerra, um terço das crianças da Ucrânia continuam deslocadas, quase 2,6 milhões. Cerca de 1,8 milhões dessas crianças vivem como refugiadas fora do país e mais de 791 mil estão deslocadas dentro da Ucrânia.
Pelo menos 3.200 crianças morreram ou ficaram feridas durante os quatro anos de guerra.
A Rússia anexou a Península da Crimeia, em 2014, e lançou uma ofensiva de grande escala contra todo o território ucraniano em fevereiro de 2022.
Hoje, também é notícia:
CULTURA
O Teatro Lethes, em Faro, vai reabrir hoje, com a 9.ª edição do Festival Internacional de Guitarras de Faro, após ter sido forçado a cancelar todos os espetáculos, em novembro, devido a danos estruturais no palco causados pelo mau tempo.
A partir das 16:00 sobem ao palco o Duo Guirimbadu (composto por Eudoro Grade, na guitarra, e Vasco Ramalho, na marimba) e o Trio Pasión Andaluza (constituído por Carles Pons, José Manuel Cuenca e Almudena Roca).
Entre as atuações canceladas estiveram o espetáculo de dança clássica "Quebra-Nozes", da Companhia Jovem de Dança do Porto, a peça de teatro "Limites", produzida pelo Teatro dos Aloés, e a tragédia de Shakespeare "Rei Lear", pela Companhia de Teatro do Chapitô.
DESPORTO
O FC Porto procura manter os quatro pontos de vantagem na liderança da I Liga de futebol, na receção ao Rio Ave, que chega ao Estádio do Dragão em crise, na 23.ª jornada.
Com o triunfo de sábado do Sporting no campo do Moreirense (3-0), os 'dragões' vão entrar em campo com apenas um ponto de vantagem sobre os 'leões', segundos classificados e principais rivais nesta altura da competição.
Também já nesta ronda, o Benfica, terceiro, colocou-se à condição a quatro pontos da equipa de Farioli, após receber o bater o AVS, lanterna-vermelha, igualmente por 3-0.
Já o Rio Ave vive a pior fase no campeonato, com cinco derrotas seguidas, seis nos últimos sete jogos, e é 15.º posicionado apenas dois pontos acima da zona de descida.
O FC Porto-Rio Ave está agendado para as 20:30.
Também hoje, mas às 18:00, o Estoril Praia, nono classificado, recebe o Gil Vicente, relegado provisoriamente para quinto com o triunfo do Sporting de Braga no clássico com o Vitória de Guimarães e grande surpresa da atual edição da I Liga.
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O ciclista espanhol Juan Ayuso (Lidl-Trek), líder da geral da Volta ao Algarve, procura tornar-se no sucessor de Jonas Vingegaard no palmarés de vencedores, na quinta e última etapa da 52.ª edição que termina no alto do Malhão.
De amarelo desde a segunda etapa, o corredor de 23 anos tem apenas sete segundos de vantagem sobre o promissor francês Paul Seixas (Decathlon), que o bateu ao sprint no alto da Fóia para conquistar a sua primeira vitória como profissional.
O vencedor da Volta a França do Futuro, de apenas 19 anos, parece ser o único capaz de destronar Juan Ayuso, uma vez que o português João Almeida está já a distantes 44 segundos na geral.
Vice-campeão da passada edição, o ciclista da UAE Emirates tentará ficar pelo segundo ano consecutivo no pódio da 'Algarvia', tendo o francês Kévin Vauquelin (INEOS), que é quarto a 57 segundos, como grande rival na luta pelo terceiro lugar.
Apenas pelas 15:52 será conhecido o campeão da 52.ª edição, quando estiveram concluídos os 148,3 quilómetros da quinta etapa, que começa em Faro e escala duas vezes o Malhão.
A primeira contagem de montanha do dia, uma terceira categoria em Soidos, aparece ao quilómetro 91,9, e antecede a primeira subida ao Malhão, cotada como de segunda categoria.
De seguida, os ciclistas descem para voltar a subir a Soidos (134,6), já depois de ultrapassarem a meta volante de Alte (132,5).
Será previsivelmente a derradeira escalada de 2,6 quilómetros ao ponto mais alto de Loulé a definir a geral e a entronizar o sucessor de Vingegaard, ausente desta edição.