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Madeira

Eduardo Jesus considera que suspensão "não é suficiente"

Secretário regional vê neste recuo do Governo da República um "primeiro passo" para uma situação que espera "definitiva"

Novas regras obrigam à evidência de ausência de dívidas às Finanças e à Segurança Social para poder beneficiar do Subsídio Social de Mobilidade. 
Novas regras obrigam à evidência de ausência de dívidas às Finanças e à Segurança Social para poder beneficiar do Subsídio Social de Mobilidade. , Foto Arquivo

O secretário regional de Turismo, Ambiente e Cultura considera que a suspensão das novas regras do Subsídio Social de Mobilidade até 31 de Janeiro "não é suficiente".

Eduardo Jesus, numa reacção à decisão do Governo da República quanto à exigência de situação contributiva regularizada junto das Finanças e da Segurança Social para aceder ao subsídio social de mobilidade, nota, ainda assim, que "esta decisão é bem acolhida", já que vai ao encontro das reivindicações do Governo Regional nesta matéria. 

"Não basta suspender o modelo, muito embora essa suspensão seja acompanha de uma abertura para conversações com os governos regionais, mas é, pura e simplesmente, necessário banir do modelo do Subsídio de Mobilidade essa exigência do cumprimento da evidência de que não se deve à Segurança Social e não se deve ao Fisco", apontou o governante, ao DIÁRIO. 

Veiculando a contestação que o Executivo madeirense tem feito a esta nova regra, "desde a primeira hora", o secretário regional que tem a pasta do turismo e dos transportes aéreos reforça os oito momentos diferentes em que a Região afirmou uma "posição contrária à existência desta disposição". 

No entender de Eduardo Jesus, "este é o primeiro passo para chegarmos àquela que é a solução, que deve ser definitiva, que é, pura e simplesmente, abandornarmos esta ideia", sustenta.