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Eleições Presidenciais Madeira

Dia eleitoral na Madeira fez-se de filas e absurdos

No filme entram os protagonistas do costume e alguns estreantes

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As assembleias de voto para as eleições presidenciais abriram às 8 horas da manhã e na Ajuda e em São Pedro formaram-se desde logo algumas filas, não porque houvesse uma multidão à espera de votar mas porque foi necessários respeitar as regras de distanciamento social.

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As eleições presidenciais deste domingo foram marcadas por um rigoroso controlo das regras sanitárias, observadas por todos os eleitores. 

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Um dia de contrastes. Se na Rua do Castanheiro havia filas com dezenas de eleitores, na Praça do Município havia menos gentes do que no domingo passado, aquando do dia dedicado ao voto acompanhado.

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Pelas 11 horas notamos missas mais concorridas do que a maioria das secções de voto da freguesia da Sé, no Funchal.

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Às 11h votou Ireneu Barreto. Na ocasião, o representante da República para a Região Autónoma da Madeira revelou que já tomou uma decisão sobre a sua continuidade no cargo, mas não quis, para já, "antecipar cenários".

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O líder do PS-M foi votar também às 11h, na assembleia de voto dos notáveis  No seu Facebook, deixou uma mensagem:

Hoje, mais do que nunca, importa zelar pela democracia e exercer o nosso direito de escolher quem nos representa, através do voto. A abstenção não é solução. Lutemos pela liberdade e pelos princípios da nossa democracia. Uma democracia de todos e para todos. Paulo Cafôfo
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Miguel Albuquerque votou pelo meio-dia, também na escola da Ajuda. O presidente do Governo apelou à participação nas eleições, mas defendeu que as presidenciais deviam ter sido adiadas por causa da pandemia da covid-19.

"Seria de bom senso e razoável marcar as eleições para uma altura em que, pelo menos, não tivéssemos um pico de infecção em Portugal". Miguel Albuquerque
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Enquanto os políticos votavam, vários eleitores procuravam esplanadas junto à praia. O movimento tem sido significativo na Praia Formosa. Mas não só.

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Para além da Praia Formosa onde esta manhã se registou enchente, também o bar junto ao complexo balnear da Barreirinha as mesas estiveram bem compostas.

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Voltando a coisas sérias, José Manuel Rodrigues votou na Universidade e aproveitou o momento para apelar à participação, Até porque próximo Presidente da República tem desafios imensos pela frente” a começar pelo controlo da pandemia e a recuperação económica e social do país”.

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Pelas 15h, o Movimento “Mais Porto Santo” surge em cena a denunciar que há duas regras que não estão as ser cumpridas nas cinco mesas de voto do Porto Santo (Campo de Baixo, Vila e Farrobo), na votação para as Presidenciais de 2021. São elas a não medição da temperatura e a ausência de circuitos separadas para entrada e saída de eleitores.

A medição de temperatura à entrada, não é regra obrigatória, nem foi implementada em muitas secções de voto da ilha da Madeira. A uniformização devia ter sido preocupação das entidades competentes.

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Em Câmara de Lobos coube a Pedro Coelho medir a temperatura do trabalho feito por todos quanto permitiram que o acto eleitoral ocorresse sem sobressaltos. 

“Um trabalho da Câmara Municipal e das Juntas de Freguesia que, desde já, agradeço este esforço suplementar em garantir tudo o que foi solicitado pelas entidades competentes”. Pedro Coelho
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A Norte, mais propriamente na fustigada Ponta Delgada onde o ânimo não abunda, os eleitores foram exemplares e foram manifestar a sua opção  num ritmo constante tanto de manhã como no período vespertino, o que supera as melhores expectativas numa localidade recentemente atingida por um temporal que causou enormes prejuízos.

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Já que estamos pela ilha, houve quem questionasse se podia votar depois das 18h, hora habitual do recolher obrigatório. Esqueceu-se que hoje há excepção à regra, que embora decretada pelo Governo Regional e noticiada em primeira mão pelo DIÁRIO não foi devidamente propagandeada pelas autoridades competentes. Conclusão: muitos não saíram de casa na ponta final da votação com medo de serem multados e há relatos de várias mesas a lamentar a fraca afluência depois das 17h30. Absurdos e excepções à parte, agora é hora de recolher. A partir deste momento, tudo para casa, salvo os membros das mesas que têm a difícil tarefa de contar os votos e apurar resultados.

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