Transportadoras desesperam com balanças da PSP

16 Abr 2018 / 12:48 H.

Várias transportadoras, algumas de grande dimensão outras de tamanho muito modesto, têm feito chegar ao DIÁRIO o seu descontentamento pela actuação na PSP, na pesagem dos camiões. Ao que afirmam, não por discordarem em absoluto com o controlo, mas por entenderem que existe quase uma perseguição ou, no mínimo, uma insensibilidade ao desenvolvimento da actividade económica.

Repetidamente, os camiões têm de ficar parados a aguardar que que as balanças da PSP regressem à base, para poderem retomar a sua actividade transportadora. Nesta manhã, por exemplo, as balanças estão na zona de São Martinho o que que faz com que existam, neste momento, dezenas de camiões parados, à espera do fim da operação.

Mas as balanças param, igualmente, noutros sítios, sendo os mais frequentes além de São Martinho, a zona lesta do Funchal/oeste de santa Cruz e Machico. Na semana passada, por exemplo, chegaram a estar dezenas de camiões parados no Porto do Caniçal.

A actuação da PSP era aguarda para a tarde, mas surpreendeu ao ir para o terreno na parte da manhã. É uma espécie de jogo do gato e do rato, mas logo que a PSP chega ao terreno, a palavra passa e passado algum tempo torna-se ineficaz.

Uma das coisas de que se queixam as transportadoras é que a PSP não fica num local a fazer a pesagem, mas anda a circular à procura dos camiões, para os conduzir à balança.

Tudo terá piorada com a mudança de um responsável da PSP do Norte da ilha para o Funchal. O descontentamento é tão grande que, entre os transportadores, já há quem entenda que esse responsável deve tomar especial cuidado com a animosidade que a actuação da PSP pode gerar.

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