Donald Trump condena “horrível massacre” em mesquitas

EUA /
15 Mar 2019 / 15:22 H.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, condenou hoje “o horrível massacre nas mesquitas” na Nova Zelândia, denunciando a morte “sem sentido” de 49 “inocentes”, após os ataques a duas mesquitas em Christchurch.

“As minhas profundas condolências e os meus melhores pensamentos vão para o povo da Nova Zelândia depois do horrível massacre nas mesquitas. Quarenta e nove pessoas morreram de uma forma sem sentido e tantos outros ficaram gravemente feridos”, escreveu Trump na rede social Twitter.

“Os Estados Unidos estão ao lado da Nova Zelândia”, declarou ainda o presidente norte-americano.

A Casa Branca, através de um comunicado da sua porta-voz, Sarah Sanders, também “condenou veementemente” o “ato de ódio brutal” e demonstrou a sua “solidariedade com o povo da Nova Zelândia e o seu Governo”.

Pelo menos 49 pessoas morreram e 48 ficaram feridas hoje no ataque a duas mesquitas em Chirstchurch, na Nova Zelândia. Os ataques tiveram início às 13h40 (0h40 em Lisboa) nas mesquitas de Al Noor, em Hagley Park, e de Linwood Masjid.

Quatro suspeitos, três homens e uma mulher, foram presos pelas autoridades neozelandesas.

Em conferência de imprensa, o comissário Mike Bush, da polícia neozelandesa, informou que “um homem foi acusado de homicídio” e vai ser presente a tribunal pelos ataques contra as mesquitas, situadas no centro da cidade de Christchurch.

Segundo este responsável, as autoridades desactivaram uma série de engenhos explosivos improvisados encontrados num veículo após os disparos numa das mesquitas.

Christchurch é a maior cidade da Ilha Sul da Nova Zelândia e a terceira maior cidade do país com cerca de 376.700 habitantes, localizada na costa leste da ilha e a norte da península de Banks. É a capital da região de Canterbury.

Um homem que se identificou como Brenton Tarrant, de 28 anos, nascido na Austrália, reivindicou a responsabilidade pelos disparos e transmitiu em directo na Internet o momento do ataque.

Brenton Tarrant deixou um manifesto anti-imigrantes de 74 páginas, no qual procurou justificar as acções.

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