“Porque gostam os políticos de soluções imediatas que criam problemas de longo prazo?”

Esta é uma das 7 questões de Carlos de Andrade na D7 desta semana

11 Mar 2019 / 10:00 H.

As sete questões na D7 desta semana são da responsabilidade de Carlos de Andrade, ex-Director Regional de Inovação e Gestão na Secretaria Regional de Educação

1. Com tanta promessa, porque estamos menos crentes?

2. A elevada abstenção será desinteresse ou não querer ser cúmplice?

3. Porque as ideias luminosas não fazem brilhar políticos cinzentos?

4. Porque gostam os políticos de soluções imediatas que criam problemas de longo prazo?

5. Porque há tanto medo da inteligência artificial, se a estupidez natural é que nos atrasa?

6. Se é necessária toda uma aldeia para educar uma criança, porque as fechamos em salas?

7. Porque aumentou a nossa taxa de risco de pobreza, se o conhecimento e a saúde são os principais fatores contra a pobreza?

Carlos de Andrade é pai de um casal de jovens nómadas. Foi o primeiro Psicomotricista na Região, mestre em saúde e prescrição do exercício, Docente universitário, Auditor de Defesa Nacional, Gestor, Formador e Consultor. Foi Conselheiro Regional de Juventude, do Desporto e do Emprego. Um percurso profissional de 30 anos com início na seção de atletismo do Clube Sports Marítimo na captação de jovens talentos. Em 1991, integra a Direção Regional de Educação Especial e lidera a equipa de Motricidade Humana, pioneira no desenvolvimento do Desporto Adaptado na Região. Concebeu programas de inclusão inovadores para crianças e jovens em risco, residentes em bairros sociais de Santa Cruz, C. Lobos e Funchal. Em 2001 foi nomeado Diretor de Serviços no Instituto de Segurança Social da Madeira, destacando-se na liderança da área de Desenvolvimento Social, com enfase na criação e coordenação das equipas regionais de Emergência Social da linha 144, do Programa Europeu de Emergência Alimentar, de Combate à Violência Doméstica, de Rendimento Social de Inserção e o Plano Regional para Pessoas Sem Abrigo. Foi responsável por centros de acolhimento e as equipas multidisciplinares de imergência social nas grandes catástrofes, como foi o 20 de fevereiro de 2010 e os grandes incêndios, que aconteceram até 2015. Foi Diretor Regional de Inovação e Gestão na Secretaria Regional de Educação de 2015 a 2017. Actualmente é Técnico Superior no STEE, Formador e Consultor de diversas empresas e organizações internacionais focando-se na inovação, gestão estratégica e ecossistemas de negócio. Porque o Conhecimento é viciante, aos 51 anos, é novamente aluno na Universidade Católica.