Falta de recursos humanos na GNR da Madeira é a principal preocupação do novo Comandante

23 Jan 2018 / 12:48 H.

O novo Comandante Territorial da GNR da Madeira, Coronel António Alexandre Duarte Monteiro, esteve esta manhã no Palácio de São Lourenço, para uma visita institucional, de cortesia e sobretudo de apresentação de cumprimentos ao Representante da República, Ireneu Barreto. À saída, mostrou-se confiante e com boas expectativas profissionais em relação ao trabalho que pretende desenvolver na Madeira.

Depois de ter visitado a maioria das instalações da GNR e do comando territorial na Madeira, apercebeu-se de alguns “constrangimentos e algumas limitações”, relacionados com a falta de recursos humanos, mas prefere salientar as “potencialidades em muitas áreas e valências” da GNR e que serão aprofundadas à medida que for tomando conhecimento, para que possa depois “encetar alguns projectos”.

Confessa que os recursos humanos são, neste momento, a sua principal preocupação. “Estando envolvidas e existindo em quantidade e qualidade suficiente, podem ajudar-nos a fazer melhor e estou certo de que temos quantidade e qualidade para isso, mas existem alguns constrangimentos que ainda carecem de resolução”, salientou o Coronel António Monteiro que, nesta primeira fase, tentará encontrar uma solução adequada, para melhor implementar e operacionalizar os protocolos assinados.

Uma das valências da GNR, que deriva de um protocolo assinado com o Governo Regional, tem a ver com o resgate em montanha, passando a haver maior envolvência por parte dos elementos da GNR. “Isso é algo que temos de operacionalizar e fazer com que constitua uma mais-valia efectiva para a região” e vai obrigar a GNR a “reforçar o seu efectivo quer ao nível e quantidade quer de qualidade. É isso que estamos a procurar fazer, esperando que em breve saia um despacho interno nesse sentido”, revela António Monteiro que pretende partilhar as ideias e os planos que trouxe para a GNR da Madeira, depois de conversar com os principais representantes regionais e da República. “Gostaríamos que estivessem todos envolvidos nas ideias que trazemos e só depois de terminada a ronda de apresentação de cumprimentos, faria sentido partilhar o que serão as prioridades do comando territorial da Madeira”.

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