CDS Madeira espera que a falta de combustível não afecte a Madeira

Rui Barreto mostra-se preocupado com a crise na distribuição de combustível que está a afectar o país

17 Abr 2019 / 17:32 H.

O CDS Madeira mostrou-se preocupado com a crise na distribuição de combustíveis e espera que a mesma “não acabe por atingir a Madeira”.

Rui Barreto, líder centrista, diz não entender a “incompetência do Governo do PS que, mesmo estado avisado da greve a das consequências da greve, não agiu, não preveniu, não reagiu atempadamente para proteger quer as infraestruturas estratégicas, quer os sectores de transportes públicos e distribuição, quer o direito à mobilidade dos cidadãos”.

Para o líder madeirense, a incapacidade governativa face à crise dos combustíveis – “que até já foi salientada pelo Presidente da República” -, mostra que, “neste momento, a esquerda divide-se entre aquela que tem mostrado incompetência para governar, representada pelo PS, disfarçando a incapacidade com medidas e anúncios populistas, com aumentos de impostos e com retórica agressiva, e aquela que, por motivos eleitoralistas, planeia paralisar o país, representada pelo PCP e pelo BE”, acrescentou Barreto.

“Curiosamente, estas esquerdas são adversárias à segunda, quarta e sexta e as melhores amigas à terça, quinta e sábado, o que denota fragilidades ideológica e de acção preocupantes, bem como uma vontade imensa de se agarrar ao poder, não interessando nem como, nem porquê”, salienta.

Perante esta situação, o CDS, quer em Lisboa, quer na Madeira, assume-se como a “verdadeira oposição” a quem governa. “Na Região, é o único partido que faz oposição ao PSD com ideias, com propostas válidas, com argumentos lógicos, com uma estratégia, e não com populismo e com demagogia”, frisa o centrista.

Rui Barreto mostrou-se ainda preocupado com a possibilidade da crise na distribuição de combustíveis poder afectar a Madeira. “O Governo diz que não, que a Região tem reservas, mas mais vale prevenir do que remediar e por isso, é importante que as autoridades regionais estejam atentas e sigam o problema de perto. O excesso de confiança pode ser tão perigoso quanto o alarmismo”, concluiu Barreto.