Política e “melique”!

16 Jan 2020 / 02:00 H.

    Antigamente na época de fruta, aquela mais apetecida, encontrava-mos frequentemente, um cartão com a inscrição, “tem melique”, deduzia logo, algo que provocava diarreia. Ninguém, comia daquelas “ameixas ou nêsperas”, até o João café, andava da “churrica” há dois dias, e tinha comido daquelas ameixas, da árvore do João xenica.Actualmente na política, é o mesmo, alguns partidos, têm “melique”, aquilo, está tão protegido, que só os militantes com ANTÍDOTO, sobrevivem, o a ANTÍDOTO, é dado uma dose só no acto da divina entronização, basta só um erro, e fica de “caganeira” o resto dos seus dias: estejamos atentos, á porcaria líquida e amarelada, fétida, que sai das retretes desses partidos.A produção fecal, aumentou, tanto, que assistimos, que mesmo com o melique a fazer o seu trabalho, o partido, não querendo perder “aquele merda”, pois sabe muitos segredos, o contrata como assessor, não vá ele divulgar o ANTÍDOTO aos outros parasitas, dedicados e acarneirados: eis a génese de muitos “Parasitas Sociais Distraídos” cuja função é distrair o povo, e fazer o povo, iletrado, inculto, os mais fáceis de manipular, engrossar a lista dos militantes, que com mesmo diarreia absoluta e definitiva, apoiem os que da “Retrete Mor”, governam; pois eles jamais, quererão perder as suas mordomias e boa-vida associada, gozando das “borlixs” conferidas pelo sistema e tornada lei, “eles, nada pagam, e tudo, gozam”. Os “Parasitas de uma Sociedade Distraída”, um partido que até defende a autonomia e a democracia, que até se renova e muda, para que tudo fique na mesma e nada mudem; até tudo piora, sem vergonha na cara, prometem ferry, e oferecem um canoa, rota, com um projecto de mobilidade, que afunda com a mesma: ora o ARMAS, ia-os aturar.Limpem a fossa, purguem, pois é vergonhoso, na metrópole, nem contarem, com a ETAR laranja regional, para a eleição, do seu líder mor. Mas a impugnação veio de alguém, que percebe muita dessa ETAR, e pelo menos, sabia la de vez em quando, limpar, aquilo ficava um brinquinho.É assim, a política na RAM, a partidária, é ver umas “aves”, sempre com a “cagadela” esverdeada na ponta da cloaca, digo, sempre prontos a defender os seus “pares”, nas redes sociais, e em todas as redes, onde eles facilmente são apanhados na actividade de comentadores de cloaca cheia.Os partidos, e os seus militantes, já não são aquilo que eram, onde mesmo perante a “merda feita”, amassada, e embesoirada, por alguns, se lhes dizia umas verdades na cara, de modo a os tornar melhores militantes, tirar melhor partido daquilo que sabiam fazer, nem que fosse a “adubar o terreno do adversário”, com muito melique.Basta de tanta vergonha, não se admirem, que políticas de aventura e venturas, começassem a ganhar terreno, mas também não se esqueçam, que a sua génese, foi no laranjal, produto do metano, do laranjal acumulado e muito mal acondicionado: limpem a loja, arranjem gente decente, e de “fuça nova”, com “pelos nas ventas”, para enfrentar uma metrópole que atenta todos os dias com a nossa autonomia, são aos montes e negros, assim, como o rio corre para essa foz: entendam como quiserem; ponham-se a pau, porque depois quem sofre, são sempre os mesmos, a parasitagem essa escapa sempre, pela mutação certa, são camaleões.

    J. Edgar Marques da Silva