Contra a política da crítica e do protesto, continuemos a governar!
Nos tempos que correm, as diferenças entre fazer política e fazer oposição tornam-se cada vez mais evidentes, tanto na Madeira quanto no País e há uma tendência expressa de transformar, demagogicamente, quaisquer problemas ou dificuldades que existam, por mais pequenos que sejam, em meras oportunidades de aproveitamento político que nada acrescentam aos cidadãos nem muito menos contribuem para qualquer solução.
É certo que vivemos num tempo de exigência em que o custo de vida pressiona as famílias, em que os Governos enfrentam enormes desafios para responder às necessidades e em que estamos sujeitos a um contexto internacional marcado pela instabilidade que, naturalmente, nos influenciam enquanto Região. Ainda assim, os resultados da nossa governação – que tanto incomodam – estão à vista e, ao contrário dos que estão sempre na linha da frente a atacar, nós, PSD/Madeira, estamos na linha da frente a trabalhar, a cumprir e a assumir as nossas responsabilidades.
E é isto, acima de tudo, que nos distingue. Que nos credibiliza. Porque a política não é nem pode ser uma competição para ver quem promete mais: é, sim, um meio, legitimado e sancionado pela população, para cumprirmos aquilo que realmente é melhor para a nossa terra, sem populismos, facilitismos e demagogia à mistura.
Será caso para perguntar até onde vai a crítica e onde é que começa, de facto, a responsabilidade política dos Partidos da oposição. Será caso para questionar se partidos como o PS, o Chega e o JPP não conseguem entender que, embora o seu papel fiscalizador ao Governo seja essencial, nenhuma democracia pode funcionar permanentemente em estado de censura e protesto.
Será igualmente legítimo afirmar que esta postura de constante ataque a quem apenas se limita a governar e a honrar os seus compromissos com os Madeirenses, em prol de uma Região que prossegue o seu rumo de desenvolvimento, crescimento e estabilidade social, não agudiza a fraqueza desses mesmos argumentos.
Sim, agudiza e muito, porque deixa transparecer, ainda mais, quem é que está verdadeiramente preparado para governar e quem sabe exatamente aquilo que é preciso fazer para levar a Madeira em frente e os que apenas se limitam a apresentar listas e listas de “desejos” avulsos, sem ter a noção das consequências e dos impactos dessas mesmas promessas. Sem ter a noção de quanto custaria cada um desses “desejos”, do que é que teria de ficar para trás – porque não há quem consiga fazer tudo com recursos limitados – e de que forma é que se justificam essas listas de medidas que apresentam como fundamentais quando, quando foram a votos, não foi esse o entendimento da maioria da população?
Vem isto a propósito daquela que tem sido a atualidade política destes últimos meses, em que, na boca dos Partidos da oposição, tudo está por fazer na Saúde, na Habitação, na Educação, no Social e em todas as áreas e os extraordinários resultados que a Madeira apresenta do ponto de vista económico e social são, pasme-se, obra do acaso!
Vem isto a propósito da demagogia com que se coloca em causa, diariamente, um projeto político que é válido e que tem resultado, mesmo tendo quase tudo contra.
E, já agora, julgo que não seria pedir muito que a oposição explicasse, cabalmente, como é que as extraordinárias medidas que apresenta seriam financiadas, mantendo a estabilidade das contas públicas e de que forma é que conseguiria implementar um projeto global para a Região se, nos concelhos onde ainda é poder, nada faz.
A verdade é que prometer e criticar é fácil, difícil é governar. Enquanto que eles procuram o que está mal, nós já estamos a resolver.
Enquanto eles procuram culpados, nós estamos mais preocupados em procurar soluções.
E, acima de tudo, enquanto eles se preocupam em arranjar argumentos e anúncios para o dia-a-dia, nós continuamos ainda mais convictos e motivados a trabalhar, com responsabilidade, pelo futuro que a Madeira e os Madeirenses merecem.