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Washington restringe deslocações de funcionários norte-americanos na Arábia Saudita

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Os Estados Unidos vão restringir as deslocações dos funcionários públicos norte-americanos a duas cidades sauditas, após ataques repetidos dos houthis do Iémen contra o país do Golfo, anunciou hoje o Departamento de Estado.

"Devido à atual situação de segurança na Arábia Saudita, os funcionários do governo norte-americano que trabalham no reino têm agora de obter uma autorização especial para qualquer deslocação, profissional ou pessoal, às cidades de Taif e Yanbu", anunciou o Departamento de Estado norte-americano num comunicado divulgado no X.

Os Estados Unidos afirmam hoje recear uma "escalada rápida" das hostilidades no Médio Oriente, na sequência dos ataques dos houthis do Iémen contra a Arábia Saudita, cuja capital foi alvo, pela primeira vez em meses, destes combatentes pró-iranianos.

Donald Trump, que deveria passar o fim de semana na residência presidencial de Camp David, em Maryland (leste), regressou a Washington no sábado à noite.

A Casa Branca, que até ao momento se manteve afastada do conflito no Iémen, não deu qualquer explicação.

No entanto, este regresso antecipado ocorre num momento em que se atingiu um novo patamar nas hostilidades entre a Arábia Saudita e os houthis, que controlam grande parte do vizinho Iémen e combatem as forças governamentais, apoiadas por uma coligação liderada por Riade.

Hoje, Donald Trump reiterou estar em contacto com os houthis, segundo a Fox News. Afirmou que "estes tinham concordado em não combater os Estados Unidos", relatou em direto o jornalista que com ele conversou.