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País

Seguro e Montenegro encontram-se com alunos e comunidade portuguesa no Luxemburgo

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Foto Lusa

O Presidente da República e o primeiro-ministro encontram-se com alunos e a comunidade portuguesa no Luxemburgo, país onde arrancam as comemorações oficiais do Dia de Portugal no estrangeiro, prosseguindo depois em território nacional na ilha Terceira (Açores).

António José Seguro chegou ao Luxemburgo na sexta-feira, para uma visita oficial ao país, durante a qual já se encontrou com os Grão-Duques - que convidou para retribuírem a deslocação a Portugal - e o primeiro-ministro do Luxemburgo.

Luís Montenegro junta-se hoje ao programa oficial do chefe de Estado, depois de ter participado na Cimeira UE-Balcãs, em Tivat (Montenegro), na sexta-feira.

Este será o primeiro Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas assinalado em conjunto por António José Seguro e por Luís Montenegro.

António José Seguro, que iniciou funções como Presidente da República em 09 de março, decidiu prosseguir o modelo de duplas comemorações do 10 de Junho, em Portugal e junto de comunidades emigrantes portuguesas no estrangeiro, iniciado pelo seu antecessor, Marcelo Rebelo de Sousa, em 2016.

Ao longo da última década, Presidente da República e primeiro-ministro têm estado juntos nas comemorações desta data, que, depois do Luxemburgo, prosseguirão em território nacional na ilha Terceira (Açores) nos dias 9 e 10 de junho.

Hoje, o último dia da visita ao Luxemburgo será dedicado à comunidade portuguesa.

De acordo com dados do Instituto Nacional de Estatísticas luxemburguês (Statec), a 01 de janeiro de 2025 os portugueses continuavam a ser a maior comunidade estrangeira no país, com 89.671 residentes, cerca de 13,2% da população.

Hoje também é notícia:

ECONOMIA

A Organização dos Países Exportadores de Petróleo e seus aliados (OPEP+), que integra 21 países produtores de petróleo, vai avaliar eventuais ajustamentos aos níveis de produção a curto e médio prazo, com o mercado afetado pelo bloqueio do estreito de Ormuz.

O grupo, liderado pela Arábia Saudita e pela Rússia, realiza a sua 41.ª reunião ministerial em Viena, na Áustria, num contexto de aumentos graduais da produção de petróleo desde há um ano.

No mês passado, deu 'luz verde' a um aumento de 188.000 barris por dia, o primeiro ajuste adotado após a saída dos Emirados Árabes Unidos da organização.

Contudo, em 2023, tinha sido adotado um corte voluntário de 1,65 milhões de barris por dia para controlar os preços do crude.

Os ministros com a pasta do petróleo da Venezuela, Irão e da Líbia também se vão juntar à reunião da OPEP+, mas estão isentos do compromisso de limitar a produção.

O bloqueio do estreito de Ormuz, por onde passa 20% do petróleo mundial, e a consequente guerra comercial entre os EUA e o Irão têm afetado o preço do crude.

INTERNACIONAL

Os líderes de França, Reino Unido e Alemanha vão reunir-se com o Presidente ucraniano em Londres para discutir o apoio à Ucrânia e o aumento da pressão sobre a Rússia.

 O Presidente francês, Emmanuel Macron, o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, e o chanceler alemão, Friedrich Merz, manterão conversações entre si antes de se reunirem com o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky.

O encontro foca-se na reativação da diplomacia internacional para tentar envolver a Rússia em negociações de paz e pretende passar o protagonismo da mediação para a Europa, numa altura em que as conversações lideradas pelos Estados Unidos se encontram temporariamente suspensas.

Os três países aliados da Ucrânia querem coordenar um aumento da pressão económica e militar sobre o esforço de guerra russo e planear o sistema de segurança pós-conflito.

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Mais de 27 milhões de peruanos vão às urnas na segunda volta das presidenciais, devendo escolher entre Keiko Fujimori (direita) e Roberto Sánchez (esquerda), num país que teve oito chefes de Estado em 10 anos.

Uma sondagem recente indica que Keiko Fujimori conta com 36% das intenções de voto, enquanto o rival tem 30%.

Fujimori, do Força Popular, foi a mais votada, com 2.877.678 de votos (17,18%) à frente de Sánchez, do Juntos pelo Peru, que conseguiu 2.015.114 (12,03 %). Em terceiro lugar surge Rafael López Aliaga, do Renovação Popular, de extrema-direita, que teve 1.993.904 votos.

O mandato do futuro Presidente estende-se até 2031 e estas eleições foram as mais disputadas na história do Peru, com 35 candidatos na primeira volta.

A segunda volta vai ser uma espécie de repetição das eleições de 2021, com a filha e herdeira política do ex-presidente Alberto Fujimori (1990-2000), que perdeu na segunda volta as últimas três eleições, e Sánchez, que concorre em nome do ex-presidente Pedro Castillo (2021-2022), que derrotou Fujimori em 2021.

Com uma economia relativamente estável, o aumento da criminalidade fez da insegurança a maior preocupação dos peruanos nestas eleições.