“Temos de continuar a reforçar o nosso trabalho em rede", afirma José Prada
O secretário-geral do PSD-Madeira afirma que é preciso estar "cada vez mais no terreno, a ouvir e a esclarecer as pessoas", tendo que "reforçar o nosso trabalho em rede, porque só em equipa e em articulação directa com as nossas Comissões Políticas concelhias e de freguesia é que poderemos não só contribuir para a mobilização e maior valorização dos nossos militantes como, também, para a necessária proximidade à população, entendida como forma de resolver problemas e de corresponder às necessidades".
As declarações de José Prada surgiram na sequência do encerramento da primeira ronda de contactos com as bases do partido no concelho da Calheta. Nesta primeira ronda fica apenas a faltar os contactos com a ilha do Porto Santo, sendo que essa reunião será agendada em breve, por forma a divulgar também a Festa do Chão da Lagoa.
José Prada reitera a importância do partido manter-se "activo, aberto e próximo da sociedade, neste período em que não estão previstos quaisquer combates eleitorais, sendo esse, aliás, um dos grandes desafios a ultrapassar nos próximos meses".
“A verdade é que, em sensivelmente seis anos, tivemos doze eleições - e, felizmente, doze vitórias - e muitas vezes nem sequer tínhamos tempo a não ser para reagir e garantir que cumpríamos os nossos objectivos políticos, uma realidade bem diferente daquela que vivemos hoje, quando temos mais tempo para pensar e para planear conjuntamente o que queremos e vamos fazer”, explica José Prada, lembrando que a realidade local não é unânime, nem muito menos estática e que, nessa medida, “urge trabalhar em parceria com quem conhece e percebe da sua realidade, para poder intervir em função das especificidades e das necessidades sentidas”.
O secretário-geral do PSD/M finalizou sublinhando "a disponibilidade, o interesse e os contributos recolhidos nesta primeira ronda", lembrando que, "é em conjunto que todos os militantes devem continuar a trabalhar para que o PSD/Madeira não seja uma máquina que se liga apenas de quatro em quatro anos ou, de cinco em cinco, quando existem combates eleitorais a vencer, até porque isso seria, de certa forma, irmos contra a nossa própria identidade popular".