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Madeira

Há 16 anos a autarquia do Funchal colocava fim a todo o estacionamento 'à borla'

Viaje até à edição de 15 de Abril de 2010

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Na edição do DIÁRIO de 15 de Abril de 2010 era dado conta que a autarquia funchalense pretendia acabar com os 8 mil lugares de estacionamento gratuitos na cidade. A ideia foi defendida em Lisboa, pelo então vice-presidente da Câmara, Bruno Pereira, numa intervenção na conferência ‘Território, Acessibilidade e Gestão de Mobilidade’, promovida pelo Instituto da Mobilidade e dos Transportes Terrestres(IMTT),no âmbito do CIVITAS.

“O estacionamento é das melhores formas de gerir a mobilidade”, dizia na altura o governante, acrescentando que se existem muitos lugares à disposição é porque há muito tráfego na cidade. 

Esta não foi, contudo, a única medida para tornar a mobilidade na capital madeirense mais limpa. Bruno Pereira anunciou ainda que a aposta na ciclovia na Estrada Monumental era algo a manter. 

A notícia referia ainda que quando fosse possível chegar ao centro do Funchal de bicicleta, o responsável esperava que os funchalenses aderissem a este transporte mais ecológico. E, para quem temia os declives, apresentou uma solução: 'O Bus and Ride', ou seja, a possibilidade de combinar autocarro com bicicleta. 

Recorde aqui a notícia:

Já na secção 'Casos do Dia', era noticiado que pelo menos 10 raparigas tinham sido vítimas de uma burla engendrada de uma falsa promessa de trabalho em perfumarias. 

A burla, segundo explicou na altura uma das vítimas, foi preparada a partir de um anúncio publicado no 'Cybermadeira', onde era publicitada uma oportunidade de trabalho em perfumarias na Madeira para 25 raparigas, que seria complementada com uma acção de formação. Também era garantido trabalho pelo menos durante um ano.

As interessadas tinham de enviar dados pessoais e contactos através de um endereço de correio electrónico. 

Uma da vítimas, Maria (nome fictício), candidatou-se, vindo a ser convocada para uma entrevista através de uma mensagem sms dois a três dias depois do envio dos dados.

Após uma reunião com um homem, que lhe explicou os termos da contratação, Maria, sem suspeitar de nada, assinou um documento e pagou a quantia de 113 euros, para a acção de formação. 

O aproximar da data do início da formação, conjugado com o facto de ainda não ter sido contactada, Maria tentou ligar para o número da sms que recebeu para a entrevista, mas este estava desligado. 

Mas foi só quando o seu namorado se dirigiu ao Prédio Empresarial que tomou consciência da burla de que tinha sido vítima.

Leia a notícia na íntegra: