Técnicos de Diagnóstico e Terapêutica estimam grande adesão na Madeira à greve de quinta-feira

08 Nov 2017 / 17:00 H.

Começou no passado dia 2 de Novembro e não parece ter final à vista. A greve, marcada por tempo indeterminado, dos Técnicos Superiores das Áreas de Diagnóstico e Terapêutica tem tido adesão em todo o país e, na Região, conta com uma média de 35% de profissionais parados, todos os dias. Para esta quinta-feira, diz o Delegado Sindical Roberto Silva ao DIÁRIO, estima-se uma adesão no SESARAM na “ordem dos 90%”. Quer isto dizer que os serviços de Análises Clínicas, Terapias da Fala e Ocupacional, Cardiopneumonologia, Farmácia, Fisioterapia, Neurofisiologia, Ortótica, Audiologia, Dietética, Anatomia Patológica, Radiologia, Saúde Oral, Saúde Ambiental e Medicina Nuclear deverão ficar bastante afectados na Região.

No final da tarde desta terça-feira o gabinete do Secretário de Estado da Saúde fez saber que está a preparar uma resolução para estes especialistas que aguardam a retomada de negociações sobre o futuro das suas carreiras. Só depois do plano delineado é que a tutela reune com os técnicos, mas o sindicato pede uma análise prévia do documento, antes da reunião negocial.

Não havendo, para já, novas informações do Governo Central, os sindicatos voltam a apelar a uma greve mais incisiva. Assim, estão marcadas concentrações em frente aos hospitais em Lisboa, Porto e Coimbra. Na Madeira não haverá manifestação mas, avança Roberto Silva, a adesão será em massa: “Deve ultrapassar o primeiro dia de greve [que chegou aos 85%]”.

Até novas negociações entre o Ministério da Saúde, Ministério das Finanças e os Técnicos Superiores de Diagnóstico e Terapêutica, estes especialistas continuam a paralisação. Os serviços mínimos estão garantidos nos centros de saúde e hospitais da Região.

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