Madeira

Sara Madruga da Costa afirma que novo hospital “não pode ser arma de arremesso político”

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“É lamentável que o Governo da República tenha demorado três anos a tomar uma decisão sobre uma infra-estrutura que é fundamental para os madeirenses como é o novo Hospital da Madeira e que só o tenha feito no limite do prazo e após a denúncia pública dos deputados do PSD-M na Assembleia da República”, referiu a deputada Sara Madruga da Costa na Assembleia da República.

A deputada madeirense social democrata lembrava que a República adiou, até fim fo prazo, para tomar esta decisão. Sara Madruga da Costa referiu ainda todo o processo que levou a esta decisão. “Recordamos que a primeira candidatura apresentada pelo Governo Regional foi chumbada pelo Governo da República, assim como todas as propostas ao Orçamento de Estado apresentadas pelo PSD no sentido do financiamento. Por outro lado, a Comissão de Acompanhamentos das Políticas Financeiras esteve parada durante largos meses até que o Governo da República substituísse os membros que indicou que, entretanto, se tinham demitido”, disse.

Para Sara Madruga da Costa “chegamos à situação extraordinária de terem sido os deputados do PSD-M na Assembleia da República a alertar o Governo da República para o aproximar do fim do prazo para a aprovação da candidatura.

Não fosse esse alerta e tendo em conta os diversos antecedentes conhecidos por todos, por certo o Governo da República ainda não teria tomado uma decisão e teria adiado mais uma vez a aprovação da candidatura” referiu.

Sara Madruga da Costa “espera que o Governo da República não volte a utilizar mais expedientes dilatórios em relação ao novo Hospital da Madeira e que o financiamento prometido seja concretizado já no próximo Orçamento de Estado para 2019”.

“Não admitimos que a saúde dos madeirenses seja partidarizada e o Hospital da Madeira seja uma arma de arremesso político e eleitoral do governo socialista”, concluiu.