PS continua sem saber quanto é que será inscrito no orçamento para o novo hospital da Madeira

07 Nov 2017 / 12:43 H.

“Dissemos ao senhor vice-presidente que é absolutamente essencial que o governo mude a página do que tem sido a trapalhada na saúde, com consequências muito graves para a vida das pessoas. É preciso que os madeirenses que frequentam o serviço regional de saúde não tenham medo e confiem no sistema”, afirmou Carlos Pereira à saída da reunião com Pedro Calado.

O líder do PS, acompanhado por Jaime Leandro e Sofia Canha, manifestou as preocupações em relação ao OR2018, desde logo em relação ao novo hospital.

“Quisemos saber qual é o valor que este orçamento terá para o novo hospital, seja nas expropriações, seja no concurso internacional que é absolutamente essencial para que o Governo da República possa consolidar o compromisso que voltará a estar no orçamento de Estado de co-financiamento da construção e equipamento do novo hospital”, afirma.

Uma pergunta que terá de repetir na assembeia.

“Não tivemos respostas, porque o senhor vice-presidente disse que o orçamento ainda não estava pronto. A única coisa que sabemos é que o secretário da Saúde disse que haveria 5 milhões para expropriações, em 2018 e 13 milhões, em 2019. O que permite concluir que a obra não começará em 2019”, diz o deputado socialista.

Carlos Pereira lamenta que todos os esforços desenvolvidos junto do governo da República possam ser desperdiçados.

“Apesar de todo o esforço que fizemos, no plano nacional, para incluir 50% de uma obra que custa mais de 300 milhões, é lamentável que o governo regional esteja a desperdiçar essa oportunidade”.

O PS também perguntou ao vice-presidente do governo o quando é que serão tomadas medidas “para que sejam entregues aos madeirenses os 400 milhões de euros que foram retirados, em impostos, desde que acabou o PAEF”.

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