MPT-Madeira fala em “discriminação na Guarda Florestal”

22 Nov 2017 / 13:47 H.

O MPT-Madeira diz ter tido conhecimento que “existe no seio da Guarda Florestal da Madeira, discriminação interna na aplicação da lei”. Esta “discriminação”, explica o partido, “surge no cumprimento de uma promessa feita em Julho deste ano pelo Governo Regional da Madeira na presença do presidente do Instituto das Florestas e Conservação da Natureza, relacionada com uma portaria que prevê o pagamento de um subsídio de turno aos polícias florestais”.

O Partido da Terra diz saber que a aplicação desta portaria não está a ser aplicada a todos os polícias florestais e com isto “começa a adensar um clima de mal-estar dentro da corporação de Guardas Florestais”.

“O MPT-Madeira após o conhecimento da situação na má aplicação da portaria vem por este meio, solicitar às entidades que tutelam a Guarda Florestal na Madeira que apliquem a portaria sem discriminar ninguém para que todos possam usufruir legitimamente dos direitos estabelecidos e regulamentados”, diz em comunicado.

Para o Partido da Terra, os Guardas Florestais desempenham um papel importante na preservação ambiental, “especialmente numa altura mais crítica em que as nossas serras estão a ficar desertificadas devido aos vários incêndios que ocorreram na última década”. “Por isso torna-se necessário tratar bem dos recursos humanos, nomeadamente, a Guarda Florestal, em vez de os discriminar, sem que estes percebam o porquê dessa atitude discriminatória”, conclui.