MPT acusa Câmara do Funchal de “acto de terrorismo contra os cristãos”

23 Mai 2018 / 17:11 H.

O MPT diz dar voz à indignação dos munícipes do Funchal por causa do “brutal caderno de encargos que o Município do Funchal aprovou e que vai inviabilizar por completo a realização de todas as festas religiosas deste Concelho”.

Em comunicado, num texto de Roberto Vieira, é dito que “Paulo Cafôfo e a sua equipa começam a mostrar aquilo que verdadeiramente são e representam, ou seja, têm um tremendo desrespeito pelos Cristãos do Funchal e da Ilha da Madeira e por isso o disfarce começa a cair aos poucos”.

O MPT-Madeira apela mesmo a uma manifestação contra o executivo, “em protesto gigantesco no Largo do Município, em dia a agendar oportunamente”.

“O Partido da Terra é um partido que acredita e preserva as tradições seculares do Povo Madeirense e em particular dos Cidadãos do Concelho do Funchal e por isso pede afincadamente a todos os Párocos da Diocese do Funchal que divulguem nas missas realizadas diariamente, em especial aos fins-de-semana que divulguem este enorme acto de terrorismo contra os cristãos do Funchal e da Madeira que foi idealizado por Paulo Cafôfo e a sua equipa de “ateus” que poem em causa séculos de cristianismo e de devoção religiosa.”

Roberto Viera fala mesmo num “bárbaro acto contra a Fé Cristã”, que deve merecer a reflexão de todos os madeirenses (...). “Imaginem se este Presidente de Câmara do Funchal – Paulo Cafôfo se candidatar ao Governo Regional o que nos vai acontecer! É verdade aos poucos as mascaras vão caindo e vai ficando bem visível que tudo não passe de disfarce e de propaganda enganosa.”

“O Partido da Terra pergunta também, se Paulo Cafôfo e a sua equipa também entrega o mesmo Caderno de Encargos a todos as realizações que promove e que financia no Funchal apenas para propagandear a sua bela gestão? Será que uns vão ser filhos de Deus e outros do Diabo?”

“Pela primeira vez este elenco resolveu deitar as garras de fora e logo contra as tradições cristãs que o nosso Povo tanto participa e que exprime nelas a sua devoção. Foi um terramoto que se abateu sobre todos os Madeirenses e Funchalenses.”

As novas regras para os arraiais do Funchal, com a responsabilização das paróquias pelas festas religiosas, foram tema de uma notícia, de hoje, do JM.

No ano passado, a queda de uma árvore, durante o arraial do Monte, determinou a constituição como arguídos do presidente da CMF, Paulo Cafôfo, da então ex-vice-presidente Idalina Perestrelo, com a tutela dos Jardins e Espaços Verdes, e Francisco Andrade, Chefe de divisão de Jardins e Espaços Verdes.

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