Acto eleitoral mais concorrido do clube

08 Set 2018 / 17:17 H.

As eleições de hoje para os órgãos sociais do Sporting registaram a maior adesão de sempre num ato eleitoral, tendo às 16h45 votado mais de 16 mil sócios, anunciou o presidente da Mesa da Assembleia Geral (MAG).

Na quarta actualização da votação aos jornalistas, pelas 17:45, Jaime Marta Soares reiterou que o processo eleitoral “continua a decorrer de forma muito serena, sem registo de situações de conflito”.

Visivelmente satisfeito, o presidente da MAG comunicou que o número de sócios que já votaram nas últimas sete horas, de forma presencial (cerca de 16 mil) e os votos por correspondência (cerca de três mil) fazem com que este seja o ato eleitoral mais participativo da história do Sporting.

“Este é um dia memorável. É um número que nos agrada”, vincou Jaime Marta Soares.

As urnas para a eleição do 43.º presidente do Sporting abriram às 09, hora em que já estavam milhares de sócios do clube a aguardar na fila, que já circundava o Estádio José Alvalade.

Esta será a maior operação do género no clube lisboeta, visto que os 51.009 sócios com direito a voto constituem também o número máximo alguma vez alcançado.

Além dos votos por correspondência recebidos na sede do Sporting até às 20 horas de sexta-feira, poderão exercer todos os sócios que “registem entrada no local, ou que se encontrem em espera no local de entrada, até às 19:00 horas” de hoje.

A entrada dos sócios está a ser feita pela porta 1 do Estádio José Alvalade, passando por uma primeira zona de credenciação com 40 mesas. Uma vez devidamente credenciados, os sócios prosseguem dessa área até ao Hall VIP do estádio, dividindo-se pelo número de votos a que têm direito e que vão desde um a 21 votos. Já no Hall VIP vão estar 50 mesas com voto eletrónico, num processo de votação certificado pela Universidade do Minho.

João Benedito (lista A), José Maria Ricciardi (B), Frederico Varandas (D), Rui Jorge Rego (E), José Dias Ferreira (F) e Fernando Tavares Pereira (G) são os seis pretendentes que se mantiveram até ao fim na corrida, após a desistência de Pedro Madeira Rodrigues (C), derrotado por Bruno de Carvalho em 2017, que se tornou apoiante de Ricciardi.