Sucesso da estratégia regional elevou a qualidade da água do mar

29 Jun 2019 / 12:14 H.

O grupo parlamentar do PSD destacou hoje, na Doca do Cavacas, as políticas desenvolvidas pelo Governo Regional em matéria do mar e que tem permitido melhorias significativas na qualidade da água.

“Em 2015, a região adotou uma estratégia para poluição zero no mar e essa estratégia tem vindo a dar frutos”, afirmou Eduardo Jesus.

O deputado salientou que, “na sequência desse compromisso do Governo, liderado por Miguel Albuquerque, foi desenvolvido um conjunto de investimentos que vieram a revelar-se bastante oportunos para esta temática do mar” e que tiveram em conta o facto de que “toda a qualidade da água no mar é prevenida em terra”. “Não há outra forma de resolver esta situação “, adiantou.

Eduardo Jesus sublinhou que, a verdade é que, “na sequência desse investimento, que foi superior a 18 milhões de euros, e que envolveu a construção de novas ETAR como foi a de Câmara de Lobos, por exemplo, mas também a intervenção noutras ETAR, como foi o caso do Campanário ou do Curral das Freiras, e ainda a reabilitação de cinco estações elevatórias, a Madeira tem mais águas balneares do que tinha há 4 anos”, passando de 45 para 52 as zonas adequadas a banhos.

Além disso, acrescentou, a Região duplicou o número de bandeiras azuis, de 11 para 23, e fez “elevar significativamente a qualidade das águas”. De 24 praias com qualificação de excelente, passou-se para 40, não existindo “nenhuma área, na Região Autónoma da Madeira, em que a água seja má”.

“Ou seja, houve aqui uma evolução muito significativa que é resultado deste esforço do Governo Regional, mas que, acima de tudo, permite à população da Madeira usufruir do mar em melhores condições.”

Porém, Eduardo Jesus lembrou que este compromisso com a qualidade da água do mar não se confina ao Governo Regional, sendo “uma incumbência que, naturalmente, tem em conta também os municípios”. No caso particular do Funchal, lamenta que o esforço que tem sido promovido pelo Governo Regional não seja correspondido pela autarquia, ressalvando que “as situações menos favoráveis que encontramos nesta área metropolitana sejam decorrentes da inércia, da incapacidade de resposta e da desorientação que a câmara municipal tem tido nesta matéria”.

“Fica esse lamento porque, se as coisas estivessem a funcionar de outra forma, estaríamos em pleno e teríamos, provavelmente, ainda melhores resultados”, disse.

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