Serviço de Defesa do Consumidor apoiou cerca de 6.300 consumidores na Madeira em 2018

15 Mar 2019 / 17:06 H.

O Serviço de Defesa do Consumidor (SDC) assinalou, esta sexta-feira, dia 15 de Março, Dia Mundial dos Direitos do Consumidor, o seu 20.º aniversário com a realização do seminário intitulado: ‘20 Anos de Defesa do Consumidor na Região - Transformando Conflitos em Soluções’, no Colégio dos Jesuítas.

Na sessão de encerramento da iniciativa do Governo Regional, a Secretária Regional da Inclusão e Assuntos Sociais, revelou que só no ano passado o Serviço de Defesa do Consumidor apoiou cerca de 6.300 consumidores na Madeira, na prestação de informação jurídica presencial acerca de variadas questões de direito do consumo. Em 2018 mediou ainda 1.312 conflitos de consumo entre consumidores e as empresas reclamadas.

Rita Andrade referiu (como já o havia feito esta manhã) que “o Serviço de Defesa do Consumidor procedeu, ao longo destas duas décadas, a mais de 73.200 mil atendimentos, sendo mais de 58 mil respeitantes a pedidos de informação”. “Do global de atendimentos, cerca de 25% são reclamações”, acrescentou.

“São duas décadas de dedicação e trabalho intenso, em prol da nossa população consumidora, só possível através, por um lado, da estratégia traçada pelo Governo Regional para responder a esta necessidade concreta, e por outro, com o apoio de uma grande equipa”, enfatizou a governante.

A secretária regional notou também que a Unidade Técnica de Apoio ao Consumidor Endividado e Sobreendividado, criada em 2006, procedeu já, desde esse ano, a cerca de 9.500 atendimentos. No entanto, fez questão de frisar, que “para além da vertente da recuperação de crédito, os serviços também apostam fortemente na vertente preventiva do endividamento excessivo, que é muitas vezes a base do problema”.

“É nesta linha de actuação que, ao longo destes anos, o Serviço de Defesa do Consumidor, da Secretaria Regional da Inclusão e Assuntos Sociais, tem desenvolvido um vasto trabalho e um conjunto de iniciativas no sentido de promover os interesses dos consumidores e conquistar a receptividade dos agentes económicos, fomentando práticas leais e ajustadas a ambas as partes”, vincou.

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