Movimento de passageiros dos Portos do Funchal e Porto Santo cresceu 90% em 15 anos

18 Jul 2019 / 17:59 H.

São 57 anos, embora a APRAM só tenha começado a celebrar o aniversário do Porto do Funchal, instituindo o ‘Dia do Porto’, em 2017. Mas ele foi inaugurado a 18 de Julho de 1962, e desde então a baía do Funchal recebe navios e navegadores, entre eles turistas que, nas palavras da presidente do Conselho de Administração da APRAM, “quebraram o isolamento e trouxeram o cosmopolitismo à nossa cidade”.

Lígia Correia inaugurou os discursos da celebração do ‘Dia do Porto’, esta quinta-feira, lembrando que a “Madeira importa 95% do que consome e a grande maioria dessas mercadorias chega por via marítima”. Daí que o Porto do Funchal, e em geral os da Madeira, sejam estratégicos para a população. Assim como para o crescimento da economia. Só nos primeiros seis meses deste ano, revelou Lígia Correia, o Porto do Funchal recebeu 148 escalas e 315 mil passageiros, “mantendo os movimentos que nos põem nos primeiros lugares do ranking dos portos nacionais”.

Mas os números podem ser mais surpreendentes. E foi o vice-presidente do Governo Regional quem os salientou durante o seu discurso nesta cerimónia. Pedro Calado fez uma retrospectiva a 2004, ano em que, através do Plano Director do Porto do Funchal, o Governo Regional transferiu as cargas e descargas de mercadorias para o Porto do Caniçal, libertando o Porto do Funchal para a sua “vocação de turismo de cruzeiros”.

Assim, explicou o governante, nos portos do Funchal e Porto Santo o movimento aumentou em cerca de 283 mil passageiros nesse ano, para mais de 541 mil em 2018: “Um crescimento de 90% em 15 anos”. Um contributo robusto para a economia madeirense - até porque, acentuou o vice-presidente, cada turista gasta, em média, 100 euros em compras quando visita a cidade.

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